Evolução da Mídias Sociais

As Mídias Sociais surgiram muito antes da internet. O infográfico abaixo inclui menções sobre algumas das tecnologias que poderíamos chamar de “ancestrais” das ferramentas que compõem o atual sistema de comunicação, incluindo o telégrafo, telefone, rádio e o primeiro serviço postal que é datado de 550 aC .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Facebook mexe no seu Board pensando em IPO.

Dando um claro sinal de que está em sérios preparativos para seu IPO (oferta inicial de ações em bolsa), que muitos acreditam baterá a casa dos US$ 100 bilhões, a Facebook anunciou que chamou para seu board de diretores o executivo Reed Hastings, CEO da Netflix.

Segundo o site do “Los Angeles Times”, Hastings já tinha guiado sua companhia em um IPO em 2002. Sem dúvida é um nome de peso para integrar qualquer board importante. Além disso, Hastings também participa do board da Microsoft, que tem investido significativamente na Facebook.

Em comunicado por escrito, Mark Zuckerberg deu boas vindas a Hastings no ‘Board

Como estará a internet em 2020 ?

O número de internautas vem crescendo absurdamente, em 2010 eramos cerca de 1,8 bilhão de pessoas no mundo todo. O Facebook cresce de forma gigantesca e outras Redes Sociais estão nascendo e novos conceitos irão surgir.

Foi publicado no OnlyInfographic um infográfico com previsões de como estará a internet em 2020. Segundo as previsões – um pouco estranhas – estimasse que a Internet terá cerca de 5 bilhões de pessoas conectadas.

Confira:

“Google Guru” responde perguntas de usuários no Gtalk

O Google acaba de lançar um novo serviço que permitirá aos usuários que têm uma conta no Gmail obterem respostas sobre diferentes assuntos através do Gtalk, chat do email da empresa.

O “Google Guru Gtalk”, como foi denominado, responderá automaticamente questões sobre o tempo, a tradução de uma palavra ou a cotação de uma moeda, por exemplo.

Para utilizar o serviço, os usuários do Gmail precisam somente adicionar o endereço  guru@googlelabs.com aos contatos e fazer as perguntas via bate-papo.

Já Era a Era da TI ?

Ultimamente, o que mais se ouve falar é sobre o desaparecimento dos setores de TI das empresas e o reforço e a consolidação no novo mercado que é a Segurança da Informação, ou SI. Apesar de a Segurança da Informação já ser uma realidade e estar cada vez mais ganhando mercado, os setores de TI ainda sobrevivem, pelo menos nas médias e nas pequenas corporações, pois, se analisarmos bem, o setor de TI de uma empresa é similar a pagar um serviço de “jardinagem”, ou seja, quando o problema acontece, o serviço é acionado, o técnico vem e resolve a situação.

A tendência é que, juntamente ao conceito de tecnologias verdes, tudo se volte para ambientes virtualizados e/ou distribuídos nas nuvens privadas, principalmente.

Em reuniões de corporações que não são da área de tecnologia, o que se ouve muitas vezes, infelizmente, é que o setor de TI é visto como um mal necessário, que é preciso terceirizá-lo ou, de alguma outra forma, é preciso cortar o gasto.

Com o mercado cada vez mais competitivo e globalizado, as corporações não querem mais correr riscos e para isso podem recorrer a ferramentas como DLP – Data Loss Prevention ou Gestão de Eventos Corporativos, que são oferecidas por empresas que já trabalham nessa área, em países como a China, por exemplo. Afinal, a informação, ou a segurança dela, também faz parte de decisões administrativas. Imaginem um colaborador enviando um arquivo para ele mesmo no seu e-mail pessoal ou copiando para o seu pen-drive. Quem deverá ser informado?

Claro que há prós e contras. Quanto a Cloud Computing, as principais vantagens que vejo são o baixo custo em relação a manter um setor de TI, além da confiabilidade e inovação, tendo em vista que a intenção é baixar os custos e tornar acessível a todas as corporações e assim tornar o acesso às novas ferramentas e aos recursos tecnológicos possível a todos. Talvez a única coisa que vejo como um contra é a visão negativa dos potenciais clientes sobre justamente a confiabilidade, ou seja, preocupações como privacidade e de conformidade. Há casos em que o cliente quer realmente saber se a informação está mesmo no seu país, por exemplo.

Quanto a ter um departamento de TI dentro da corporação, um aspecto negativo é justamente o custo, que é alto. Geralmente paga-se um salário alto para o gerente, e salários razoáveis a outros tipos de funções. No entanto, há empresas que cobram por armazenamento na nuvem começando a US$ 50,00 por usuário. Acredito que a maior vantagem seja ter uma equipe competente, que conhece o negócio da empresa, dentro de casa.

Cabe aos gestores de TI se adequarem às novas transformações e identificarem quais são as novas tendências, ou poderão ser “rebaixados”, em uma maneira de falar. Essa transição será demorada, não é algo para hoje, e mesmo assim não acredito que o setor de TI será “assassinado”.

Para a maioria das empresas o céu ainda está nebuloso para um entendimento de que deverá haver uma parte do orçamento da corporação dedicado para essas novas soluções.

 

Ruby on Rails escala?

Recentemente tenho perguntado para diversos amigos do mundo de desenvolvimento,Ruby on Rails escala?. O que mais tenho percebido é que existe  é um mito nessa história. A conclusão óbvia foi que ,  NÃO.  O Ruby on Rails  e  outras linguaguem conhecidas como : PHP , .Net  e Java também não escalam. O Rails permite que você faça isso de maneira mais simples que outras tecnologias. A linguagem/framework não é a única responsável pela escalabilidade. Para escalar um website, você precisa de uma infraestrutura que permita fazer isso. Isso pode ser feito de diversas maneiras, como adicionar múltiplos bancos de dados, adicionar mais servidores, adicionar cache, otimizar pontos críticos de seu código, e por aí vai! Não sou especialista no assunto, mas este é, ao meu ver, o básico para se fazer!  Claro que não podemos jogar toda a responsabilidade da escala para a infraestrutura. Eu que venho do mundo bancário sei que é possível desenvolver aplicação auto-escaláveis que são altamente performáticas com um hardware potente. Para finalizar, o Google não é feito em Python, o Yahoo! não é feito em PHP, e o Twitter não é feito em Rails. Todos eles são uma mescla de diversas tecnologias, que permitem suportar, em maior ou menor escala, um grande volume de usuários. Alguns fazem isso muito bem, outros nem tanto.

7 tendências para os próximos 5 anos

O ano de 2015 colocará o Brasil no centro das atenções dos negócios globais. Até lá, esse fato transformará a lógica das empresas com operação no Brasil.Agora, como isso influenciará o perfil de profissional demandado por elas? Pesquisa global da IBM

Realizada com 700 executivos de Recursos Humanos de mais de 61 nações e 31 segmentos de mercado, a pesquisa “Working beyond borders” constatou que a América Latina é um dos mercados mais promissores para recrutamento nos próximos três anos. De acordo com o estudo, 26% das empresas pretendem aumentar o número de contratações nos países do lado sul do continente americano.

Os países latino americanos ficam atrás apenas de China e Índia que detém, respectivamente, 40% e 29% das intenções de aumento de recrutamento até 2013.

A avalanche de novas oportunidades para a América Latina, em especial Brasil, não exigirá apenas pessoas com uma qualificação excepcional. Os profissionais devem estar preparados para um mercado mais interdependente e dinâmico, baseado em relações de cooperação.

Com base nas demandas dos executivos ouvidos pela IBM, Foram mapeados 7 cenários possíveis para os próximos cinco anos e quais habilidades você precisa desenvolver para se encaixar nas novas necessidades:

1. Babel corporativa

A falta de profissionais com qualificação suficiente tem deixado muitos profetas da economia com o cabelo em pé. Diante da expansão dos negócios nos próximos anos, a tendência é que esta questão ganhe contornos mais nítidos. Para sanar essa lacuna, as empresas vão caçar bons profissionais em outros países.

O cenário de “importação de cérebros” mudará drasticamente a lógica de relações dentro das empresas – a começar pela cultura. “Um ponto forte dos brasileiros é a receptividade natural”, afirma Jeane Gonçalves Rego, líder de soluções de capital humano da IBM Brasil.

No entanto, segundo ela, a fluência em outros idiomas ainda é uma pedra no sapato dos brasileiros. “A questão não é apenas falar a língua com perfeição. Falta ainda aquela base necessária para a comunicação com outros países”, diz.

2. O Y e o Z da questão

A disputa das gerações também é um ponto de peso para a transformação da lógica interna das empresas. No início do ano, uma pesquisa feita pela Hay Group mostrou que cerca de 20% dos jovens que trabalham nas grandes empresas brasileiras já estavam em cargos de liderança.

Nos últimos meses, essa ascensão meteórica da geração Y (formada pelos nascidos a partir dos anos 80) levou as companhias a reverem uma porção de práticas internas desde métodos de avaliação até políticas de retenção de talentos.

Para os próximos anos, a atenção estará centrada no debute da geração Z no mercado de trabalho. Formada pelos nascidos a partir de meados dos anos 90, esses futuros profissionais (que hoje, no mínimo, devem estar nos primeiros anos do Ensino Médio) estrearão no mundo dos negócios com um perfil completamente influenciado pelo caráter dinâmico e multitarefa das novas tecnologias.

E os membros de outras gerações devem estar preparados para adaptar e conciliar o modus operandi da empresa a esse novo tipo de perfil.

3. Em 140 caracteres

A lógica do Twitter, marcada por uma comunicação ágil e objetiva, será a base das relações nos próximos anos.

Isso não significa que todos precisarão aderir à rede de microblogs. No entanto, ter boas habilidades de comunicação é imprescindível para responder às novas demandas do mercado.

De acordo com uma pesquisa recente da instituição americana National Association of Colleges and Employers, o item boas “habilidades comunicativas” é o aspecto mais valorizado pelos recrutadores dos Estados Unidos.

E o relatório aponta: as empresas não estão totalmente satisfeitas com a performance dos candidatos nesse ponto. Isso significa que muitos profissionais até podem ter bons conhecimentos técnicos em sua especialidade, mas não são capazes de explicá-los em termos práticos e claros.

Ou seja, para cativar as empresas nos próximos anos não é preciso ir muito longe e desenvolver técnicas rebuscadas para falar bem em público. A questão é mais básica. Os profissionais precisam aprender a se expressar de maneira clara, objetiva e transparente em todas as rotinas de comunicação dentro da empresa – desde a redação de um e-mail até a elaboração de um grande projeto.

4. A filosofia de creative commons

Adeus, individualismo corporativo. A ordem agora é “capitalizar o conhecimento coletivo” ou estimular a cooperação entre os funcionários de uma mesma empresa – e não mais a competição.

“Acabou a figura do professor Pardal nas empresas. Não existe inovação que saia de uma única cabeça”, afirma Marco Tulio Zanini, professor da Fundação Dom Cabral.

Uma vez que a inovação é um ponto essencial para que as empresas cresçam no contexto econômico dos próximos anos, a demanda por pessoas que sejam capazes de multiplicar conhecimento e trabalhar de maneira colaborativa será fundamental.

De certa forma e guardadas as devidas proporções (e motivações), essa lógica se assemelha ao argumento básico do projeto Creative Commons, que cria um nova forma de licença autoral com base na defesa do compartilhamento de conteúdo.

A regra para os próximos anos será utilizar suas habilidades e talentos para fazer outros crescerem. E, assim, criar novos meios para o desenvolvimento da corporação.

5. Espírito (quase) camaleônico

Para encarar as exigências do mercado nos próximos anos, os brasileiros precisarão investir em uma postura mais flexível frente as mudanças. “Estamos lidando com uma expansão de mercados muito dinâmicos”, afirma Jeane, da IBM.

Isso significa que o universo dos negócios sofrerá transformações muito mais frequentes do que as observadas até agora. Como consequência, os desafios também terão novos rumos. E os profissionais devem estar prontos para se adaptar aos novos (e, talvez, efêmeros) cenários.

Além disso, Jeane lembra, a tendência é que o processo de expansão de negócios brasileiros para outros mercados se acentue nos próximos anos. “Isso exige abertura para mobilidade por parte dos profissionais. Eles precisam estar disponíveis e prontos para os processos de crescimento das empresas para além das fronteiras”, diz.

6. Para além dos muros da caixa

Para equilibrar todos as demandas anteriores, será preciso fugir do senso e das práticas comuns. De acordo com Jeane, a criatividade foi apontada por 60% dos executivos de RH como um elemento essencial para os próximos anos.

Essa valorização da criatividade faz todo o sentido diante de todos os outros cenários possíveis para 2015. Afinal, como conseguir criar um ambiente de trabalho colaborativo entre pessoas de nacionalidades e gerações diferentes, em um universo de negócios dinâmicos?

Apenas com “a capacidade de ir além das barreiras e criar novas formas para lidar com os diferentes grupos e direções”, como afirma Jeane.

7. Líder – mesmo sem ser gestor

“Temos administradores fortes, porém não líderes – e nós precisamos de líderes fortes para alcançar nossos objetivos estratégicos”. A frase proferida por um dos executivos ouvidos pela pesquisa da IBM retrata bem a essência do profissional que será procurado pelas empresas nos próximos anos.

Para se movimentar nesse cenário, não basta ter uma sólida formação. É preciso ter espírito de liderança.

Mas essa habilidade não está restrita aos profissionais que ocupam um cargo de gestão. O mundo dos negócios dos próximos cinco anos exige pessoas que tenham uma visão estratégica sobre o próprio trabalho.

Em outras palavras, como afirma Jeane, “profissionais que sejam capazes de mobilizar, inspirar e fazer valer os valores da corporação” – mesmo sem ocupar um cargo gerencial.

O professor da Fundação Dom Cabral explica que esse tipo contexto exige líderes abertos ao novo que consigam conciliar opiniões divergentes e criar um ambiente favorável para o debate e inovação.

“Ele deve ser capaz de construir vínculos, sentido e significado entre as diversas variáveis”, afirma. “Muitas vezes a inovação está no questionamento daquilo que já existe”.

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