Google lança novo serviço : Account Activity

O Google anunciou hoje ( 28/03/2012 ) a disponibilidade do Account Activity, um serviço que coleta informações sobre a sua atividade nos produtos da empresa e gera relatórios mensais acessíveis mediante a utilização da sua senha. Não é exatamente uma funcionalidade indispensável, mas ajuda os usuários a descobrirem detalhes sobre sua própria produtividade e perceberem que o Google sabe mais de você do que você mesmo.

O Account Activity mostra os locais, navegadores e plataformas utilizadas para se conectar a sua conta Google. Se você não costuma viajar muito e a página mostrar logins feitos na Rússia ou Alemanha, é um bom indicativo de que algo não vai bem. Nesse caso, a recomendação da empresa é trocar a senha ou utilizar a verificação em duas etapas, que envia uma mensagem de texto ou voz para o seu celular antes de permitir o login.

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Usuários do Google Latitude terão um gráfico simples informando quando tempo você passa no trabalho, em casa ou se divertindo pela cidade. O relatório também inclui dados sobre o Gmail, mostrando o número de emails enviados e recebidos no período, além dos contatos mais acessados da sua lista. Outros serviços que estão disponíveis no Account Activity são YouTube e histórico da web.

Para acessar seu relatório, basta entrar no Google Account Activity, selecionar seu fuso horário e solicitar os dados. Eu obtive a mensagem “Seu próximo relatório estará pronto em alguns dias”, então pode sentar e esperar mais do que alguns minutos — quando ele estiver pronto, um email automático será enviado.

 

 

Facebook Construirá Datacenter na Suécia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Facebook anunciou hoje que construirá um data center na Suécia.

A nova instalação será erguida na cidade de Lulea e será o primeiro data center da rede social construído fora dos Estados Unidos. O Facebook anunciou que pretende erguer outros prédios na região.

Michael Kirkland, porta-voz do Facebook, diz que o data center será usado para suportar a demanda dos usuários na Europa e diminuir o tempo de resposta dos acessos. A rede social é usada por mais de 800 milhões de pessoas e estima-se que 25% destes usuários acessam a rede fora dos Estados Unidos.

 

O clima frio de Lulea, que permite refrigerar as máquinas mais facilmente, e as fontes de energia renováveis próximas à região, favoreceram a escolha do local. A construção do prédio terá início até o final de outubro deste ano.

 

O novo prédio em Lulea ocupará um espaço de 27 mil metros. O data center ficará pronto em 2012, mas somente em 2013 ele receberá o tráfego de dados da rede social na Europa, segundo o site Data Center Knowledge.

 

A construção do novo data center custará entre 329 milhões e 549 milhões de euros. O Governo sueco fornecerá 11 milhões de euros, segundo a ministra da Indústria sueca, Annie Lööf.

 

 

 

 

 

Companhias de internet testam web para o futuro

Companhias de internet como Google, Facebook e Akamai uniram forças nesta quarta-feira (8) para testar o preparo da internet para um futuro no qual novos bilhões de pessoas e aparelhos estarão conectados. O conjunto de endereços de internet utilizados para a maior parte do tráfego atual está perto do esgotamento, mas a adoção do IPv6, um novo protocolo de internet com 4 bilhões de vezes mais endereços possíveis, vem sendo lenta apesar de ter surgido há uma década. As empresas de conteúdo e os provedores de acesso à internet estão esperando que algum dos dois lados dê o primeiro passo, e recursos alternativos como serviços de tradução e endereços compartilhados se tornaram comuns. Divulgação Logo do Dia Mundial do iPV6 Mas a perspectiva de que grande número de redes modernas do padrão IPv6 entre on-line, especialmente nos países em desenvolvimento, onde os sistemas baseados no protocolo anterior, o IPv4, não são tão onipresentes, está começando a forçar ação da parte das organizações. “O que está em jogo é a futura capacidade de ampliação e a utilidade da internet”, disse Matthew Ford, gerente do programa de tecnologia da Internet Society, uma organização sem fins lucrativos que se dedica ao desenvolvimento aberto da internet e está organizando o Dia Mundial do IPv6. “O IPv6 tem como propósito fundamental permitir que a internet cresça de forma a atender as expectativas e demandas de uma população mundial de 7 bilhões de pessoas, somadas às expectativas cada vez maiores de que muitos aparelhos passem a ser capazes de conexão com a Internet”, diz. As especificações do IPv4 foram criadas em 1981, quando a população mundial era de apenas 4,5 bilhões de pessoas e a era da computação pessoal mal estava começando, com o lançamento do IBM PC. O sistema permitia um total de 4,3 bilhões de endereços. Hoje, há mais de 2 bilhões de pessoas on-line, muitas das quais com múltiplos computadores e celulares inteligentes. Em 2020, pode haver 50 bilhões de aparelhos conectados, com a proliferação de medidores de energia inteligentes, televisores conectados e sistemas de tratamento remoto de saúde. Durante as 24 horas de quarta-feira, sites com mais de 1 bilhão de visitas combinadas por dia vão se juntar a companhias de distribuição para permitir o IPv6 em seus principais serviços. Yahoo, Limelight Networks e Verisign são algumas das empresas que estão tomando parte. A ação será o primeiro teste global em grande escala do IPv6. Testes anteriores na Alemanha e Noruega mostraram resultados positivos. Danny McPherson, chefe de segurança na empresa de infraestrutura de rede Verisign, espera que o interesse pelo IPv6 cresça rapidamente conforme o estoque de endereços IPv4 se esgota. A entidade de registro de endereços de Internet para a região Ásia-Pacífico APNIC deve ser a primeira a esgotar seu estoque.

Startups: Quer entrar na moda?

Acreditava enquanto pequeno, que as empresas que existiam antes do meu nascimento, e perduraram durante toda minha infância, monstros como General Motors, Ford, IBM e HP, fossem gigantes imortais.

Cresci com a ideia de que trabalho fosse algo físico e que exigisse muitas mãos, para construir carros, processadores, memórias, computadores ou softwares e que por este motivo, seria quase impossível uma nova empresa alcançar um gigante.

Nunca havia me ocorrido, e imagino que para vocês também não, que dois meninos em uma garagem, poderiam escrever um software e uma década depois, teriam criado uma das empresas mais valiosas, comentadas e promissoras do mundo, acima inclusive das gigantes imortais das quais mencionei. As coisas mudam, e mudam rápido.

Resultado? Novos ídolos. Qual é a criança que quer torcer para o time que esta perdendo? A nova geração olha para o novo, para o promissor, para o que cresce mais rápido, para o futuro.

Abrir uma startup é a última moda nos Estados Unidos, principalmente no Silicon Valley. No Brasil estamos um pouco atrás, mas a onda esta crescendo a passos largos.

Largar a faculdade como Steve Jobs e Bill Gates virou mais do que moda, é a nova tatuagem e o piercing, principalmente se o seu foco for software e internet. Normalmente quem as funda, já detém todo o conhecimento que precisa, então porque perder tempo com universidades?

Quem não quer ficar rico e ter o sucesso que Mark Zuckerberg teve? Fundar o Facebook aos 20 anos e pouco depois figurar na Forbes como um dos homens mais ricos do mundo. Fama. Riqueza. Glamour.

Quem diabos quer ter um patrão? É simples, basta pular a pequena etapa de ter chefes, não consiga um emprego e abra sua própria empresa. Consiga um investimento e você nunca precisará ter chefe na vida. Fácil, não?

Além do mais, se você tiver um chefe, certamente terá que trabalhar muitas horas extras e para os outros, e se você abrir uma startup, poderá trabalhar a hora que quiser e quanto quiser. Certamente poderá sair na quinta-feira para ir a praia e quem sabe voltar na terça para não pegar transito, moleza, né?

Se as razões para você abrir uma startup são essas. Só posso lhe desejar boa sorte, porque este é o único recurso que você poderá contar. Sorte.

Agora, se a razão do seu desejo de abrir uma startup é:

Você ama seu produto ou serviço e é exatamente o que quer fazer todos os dias da sua vida. Mais do que ninguém acredita e tem plena confiança que vai dar certo e que existe um espaço no mercado a ser tomado ou criado. Seus argumentos convencem, entretém e animam todos ao seu redor.

Está ciente de que a maioria das startups quebram nos seus primeiros anos de vida, e que existe uma grande chance de sua startup quebrar, principalmente se for a primeira.

Aceita e entende que o processo de desenvolvimento de uma startup leva anos e exige muitos sacrifícios e o principal deles é trabalhar muito e ganhar pouco.

Então você não quer só estar na moda e você certamente não precisa de boa sorte!

Como Adicionar Filmes com legendas no seu Apple TV

Depois de fuçar bastante em diversas soluções  acho que achei a  solução para adicionar filmes com legendas no iTunes e consequentemente  assistir no meu Apple TV.

Então vamos lá, para isso você precisa de dois programas:
RoadMovie - Serve para adicionar a legenda no filme e salvar em .mov – $25
http://www.bitfield.se/roadmovie/
iFlicks - Serve para adicionar o filme no iTunes, depende da maneira que vc adiciona a Apple TV não reconhece – $20
http://www.iflicksapp.com/

Passo 1: baixe o filme/serie e baixe a legenda e coloque os dois na mesma pasta e com o mesmo nome, por exemplo:
TBBT.03×16.avi
TBBT.03×16.srt

Passo 2: arraste o filme para o RoadMovie, a legenda será adicionada automaticamente pois os dois arquivos estão com o mesmo nome

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Passo 3: no menu ‘save as’ escolha a opção Flattened, que mantém o formato original do arquivo. clique em start e espere

Passo 4: arraste o arquivo para o iFlicks, e coloque em preset o modo de conversão que você quer, da pra escolher diversos formatos diferentes, caso não tenha a necessidade de muda-lo recomendo colocar no “reference file”. depois é só clicar em “Start” e aguardar, ai ta pronto!

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Facinho não?

Cloud computing não é transformação. É metamorfose, diz CIO da Accenture

O CIO da consultoria e provedora de serviços de TI, Accenture,Frank Modruson, tem uma queda por tudo que seja mais rápido, melhor e ofereça melhor relação custo x benefício. Não é por menos. Essas características ele quer poder entregar aos seus clientes, sejam estes internos ou externos.

“Acredito piamente na tecnologia e em sua capacidade de sustentar o negócio das empresas”, afirma o CIO. “Mas para ela funcionar nessa tarefa de promover o negócio, precisa ser mais rápida, melhor e ter um excelente custo”, completa.

Promessas da computação em nuvem, que exerce uma grande atração sobre a Accenture.

A primeira solução de computação em nuvem adotada por Modruson foi uma plataforma no modelo SaaS (Software as a Service), para o sistema de recrutamento. De lá para cá, passaram-se cinco anos. Atualmente, as soluções baseadas em cloud computing usadas pela Accenture somam 24. Houve planejamento e preparo na adoção de plataformas de  IaaS (Infrastructure as a Service) e na introdução de uma rede de IP único para transmissão de voz e de dados. Cloud abrange também as frentes de bases de dados e de virtualização de armazenamento no data center corporativo.  E, segundo o CIO, isso é apenas o começo.

Veja as cinco lições que o CIO aprendeu em sua relação com a computação em nuvem:

1. A nuvem pode levar a empresa onde era impossível chegar

Há cinco anos, a Accenture mantinha sistemas de recrutamento diferentes para cada país em que tem sede. Nos EUA, um software dava conta desse processo. Já outros países ainda baseavam a gestão do recrutamento de mão de obra com base em planilhas de cálculos. Naquela época, a Accentura já contava com um contingente de 90 mil colaboradores. Depois de aumentar a folha de pagamento em 210 mil nomes, Modruson decidiu erradicar os sistemas de recrutamento de 40 países. “Tínhamos nossa solução aqui nos EUA, mas implementá-la nos outros locais, sem deixar cair o ritmo e dando conta da carga de trabalho rotineira, jamais foi uma opção viável”, lembra.

2. Perseverar é necessário

O recrutamento de pessoal é a base do negócio da Accenture. Tal filosofia deu origem à percepção da necessidade de se ter um software especial para o recrutamento. “Uma das vantagens do modelo SaaS é a flexibilidade que ele oferece à empresa. A maneira de recrutar é, sem dúvida, um dos ingredientes secretos, ainda assim, o envio de um email resposta ou a possibilidade de os candidatos se inscreverem online é uma consequência natural, nada mais. Garanto que o ingrediente secreto não está no software”, avisa o CIO.

Houve usuários que refutaram a adoção dessas tecnologias. Apesar de desejarem usufruir dos recursos adicionais, se recusavam a mudar a maneira tradicional de condução dos processos. “Em um dado momento, percebemos que não passavam de desculpas para não fazer”, lembra Modruson. “Passamos o mesmo processo com nosso sistema de ERP, mas, com o passar do tempo, a noção dos benefícios proporcionados pelo uso dos novos sistemas fica evidente”.

3. Segurança é relativa

“A segurança é um dos aspectos aos quais as pessoas estão sempre atentas, e estão certas de fazê-lo”, avalia o CIO. “Mas, partir do princípio de que a segurança é maior quando o objeto está em seu poder é errado. Onde seu dinheiro fica mais seguro? Debaixo de colchão de sua casa ou no cofre do banco?”, pergunta o executivo.

“Empresas que provêem serviços de cloud computing investem pesado em segurança por causa de seu tamanho. Isso dá a elas condições de investir mais nesse quesito do que muita empresa jamais poderá. O segredo para a segurança na computação em nuvem está na diligência: testes, testes e mais testes”, recomenda Modruson.

4. Não é transformação, é metamorfose

Todo o processo de migração para as soluções de computação em nuvem teve início há mais de cinco anos. Houve racionalização de aplicativos, erradicação de redes e um seríssimo processo de virtualização do data center.

O contingente de aplicativos da organização foi enxugado dos 2.100 programas para um conjunto de 530 (tal redução começou há mais de uma década).

Com 80% de seus servidores virtualizados, as 220 bases de dados são atualmente suportados por um conjunto de 30 servidores físicos – antes eram 449. Apesar de uma expansão de 122% no volume de dados, não houve incremento na estrutura de servidores locais.

“Se você usar a cabeça, verá que é perfeitamente possível reorganizar o contingente de dados sem dar muita atenção às configurações específicas de hardware”, avisa o CIO da Accenture. “Dessa forma geramos economia, ao passo que podemos migrar para outras nuvens”.

“A adoção do IaaS ainda está em andamento, pois empresas de pequeno e de médio porte têm muito mais facilidade de adotar a computação em nuvem que organizações grandes”, finaliza.

5. Sistemas antigos custam mais do que parece

Boa parte das empresas do tamanho da Accenture possui estruturas de hardware e de software antigos misturados com soluções mais atuais. “Isso acontece porque acreditam que as estruturas já se pagaram e não representam mais custos adicionais. Acontece que, assim que precisarem de suporte para plataformas obsoletas, o real custo dessas estruturas fica evidente. Gosto de definir o casamento com soluções ultrapassadas a calçar sapatos de cimento. É muito difícil avançar em qualquer sentido. Sugiro que se analise de forma sóbria o que vai causar menos problemas e implicar em custos”, alerta.

 

Já Era a Era da TI ?

Ultimamente, o que mais se ouve falar é sobre o desaparecimento dos setores de TI das empresas e o reforço e a consolidação no novo mercado que é a Segurança da Informação, ou SI. Apesar de a Segurança da Informação já ser uma realidade e estar cada vez mais ganhando mercado, os setores de TI ainda sobrevivem, pelo menos nas médias e nas pequenas corporações, pois, se analisarmos bem, o setor de TI de uma empresa é similar a pagar um serviço de “jardinagem”, ou seja, quando o problema acontece, o serviço é acionado, o técnico vem e resolve a situação.

A tendência é que, juntamente ao conceito de tecnologias verdes, tudo se volte para ambientes virtualizados e/ou distribuídos nas nuvens privadas, principalmente.

Em reuniões de corporações que não são da área de tecnologia, o que se ouve muitas vezes, infelizmente, é que o setor de TI é visto como um mal necessário, que é preciso terceirizá-lo ou, de alguma outra forma, é preciso cortar o gasto.

Com o mercado cada vez mais competitivo e globalizado, as corporações não querem mais correr riscos e para isso podem recorrer a ferramentas como DLP – Data Loss Prevention ou Gestão de Eventos Corporativos, que são oferecidas por empresas que já trabalham nessa área, em países como a China, por exemplo. Afinal, a informação, ou a segurança dela, também faz parte de decisões administrativas. Imaginem um colaborador enviando um arquivo para ele mesmo no seu e-mail pessoal ou copiando para o seu pen-drive. Quem deverá ser informado?

Claro que há prós e contras. Quanto a Cloud Computing, as principais vantagens que vejo são o baixo custo em relação a manter um setor de TI, além da confiabilidade e inovação, tendo em vista que a intenção é baixar os custos e tornar acessível a todas as corporações e assim tornar o acesso às novas ferramentas e aos recursos tecnológicos possível a todos. Talvez a única coisa que vejo como um contra é a visão negativa dos potenciais clientes sobre justamente a confiabilidade, ou seja, preocupações como privacidade e de conformidade. Há casos em que o cliente quer realmente saber se a informação está mesmo no seu país, por exemplo.

Quanto a ter um departamento de TI dentro da corporação, um aspecto negativo é justamente o custo, que é alto. Geralmente paga-se um salário alto para o gerente, e salários razoáveis a outros tipos de funções. No entanto, há empresas que cobram por armazenamento na nuvem começando a US$ 50,00 por usuário. Acredito que a maior vantagem seja ter uma equipe competente, que conhece o negócio da empresa, dentro de casa.

Cabe aos gestores de TI se adequarem às novas transformações e identificarem quais são as novas tendências, ou poderão ser “rebaixados”, em uma maneira de falar. Essa transição será demorada, não é algo para hoje, e mesmo assim não acredito que o setor de TI será “assassinado”.

Para a maioria das empresas o céu ainda está nebuloso para um entendimento de que deverá haver uma parte do orçamento da corporação dedicado para essas novas soluções.

 

Brasil atinge oitavo lugar em número de usuários de internet

Com 40 milhões de usuários de internet em 2010, o Brasil ficou em oitavo lugar em um ranking de 43 países divulgado nesta quarta-feira (9) pela consultoria comScore, que só considera acessos de maiores de 15 anos feitos em casa ou no trabalho.

De 2009 para 2010, o número de internautas brasileiros cresceu 20%, segundo o levantamento.

A China lidera a lista, com 291,5 milhões. Em seguida, vêm EUA (180,9 milhões), Japão (73 milhões), Alemanha (49,3 milhões), Rússia (46,1 milhões), França (41,9 milhões) e Índia (41,5 milhões).

Em 2010, o Brasil ultrapassou o Reino Unido, que fechou o ano com 38,2 milhões de usuários da rede.

Alex Banks, diretor administrativo da comScore no Brasil, estima que o Brasil deva superar a França em breve.

Em média, brasileiros passam 24,3 horas por mês na internet, superando em duas horas a média global.

** Fonte : Folha.com

Ruby on Rails escala?

Recentemente tenho perguntado para diversos amigos do mundo de desenvolvimento,Ruby on Rails escala?. O que mais tenho percebido é que existe  é um mito nessa história. A conclusão óbvia foi que ,  NÃO.  O Ruby on Rails  e  outras linguaguem conhecidas como : PHP , .Net  e Java também não escalam. O Rails permite que você faça isso de maneira mais simples que outras tecnologias. A linguagem/framework não é a única responsável pela escalabilidade. Para escalar um website, você precisa de uma infraestrutura que permita fazer isso. Isso pode ser feito de diversas maneiras, como adicionar múltiplos bancos de dados, adicionar mais servidores, adicionar cache, otimizar pontos críticos de seu código, e por aí vai! Não sou especialista no assunto, mas este é, ao meu ver, o básico para se fazer!  Claro que não podemos jogar toda a responsabilidade da escala para a infraestrutura. Eu que venho do mundo bancário sei que é possível desenvolver aplicação auto-escaláveis que são altamente performáticas com um hardware potente. Para finalizar, o Google não é feito em Python, o Yahoo! não é feito em PHP, e o Twitter não é feito em Rails. Todos eles são uma mescla de diversas tecnologias, que permitem suportar, em maior ou menor escala, um grande volume de usuários. Alguns fazem isso muito bem, outros nem tanto.

7 tendências para os próximos 5 anos

O ano de 2015 colocará o Brasil no centro das atenções dos negócios globais. Até lá, esse fato transformará a lógica das empresas com operação no Brasil.Agora, como isso influenciará o perfil de profissional demandado por elas? Pesquisa global da IBM

Realizada com 700 executivos de Recursos Humanos de mais de 61 nações e 31 segmentos de mercado, a pesquisa “Working beyond borders” constatou que a América Latina é um dos mercados mais promissores para recrutamento nos próximos três anos. De acordo com o estudo, 26% das empresas pretendem aumentar o número de contratações nos países do lado sul do continente americano.

Os países latino americanos ficam atrás apenas de China e Índia que detém, respectivamente, 40% e 29% das intenções de aumento de recrutamento até 2013.

A avalanche de novas oportunidades para a América Latina, em especial Brasil, não exigirá apenas pessoas com uma qualificação excepcional. Os profissionais devem estar preparados para um mercado mais interdependente e dinâmico, baseado em relações de cooperação.

Com base nas demandas dos executivos ouvidos pela IBM, Foram mapeados 7 cenários possíveis para os próximos cinco anos e quais habilidades você precisa desenvolver para se encaixar nas novas necessidades:

1. Babel corporativa

A falta de profissionais com qualificação suficiente tem deixado muitos profetas da economia com o cabelo em pé. Diante da expansão dos negócios nos próximos anos, a tendência é que esta questão ganhe contornos mais nítidos. Para sanar essa lacuna, as empresas vão caçar bons profissionais em outros países.

O cenário de “importação de cérebros” mudará drasticamente a lógica de relações dentro das empresas – a começar pela cultura. “Um ponto forte dos brasileiros é a receptividade natural”, afirma Jeane Gonçalves Rego, líder de soluções de capital humano da IBM Brasil.

No entanto, segundo ela, a fluência em outros idiomas ainda é uma pedra no sapato dos brasileiros. “A questão não é apenas falar a língua com perfeição. Falta ainda aquela base necessária para a comunicação com outros países”, diz.

2. O Y e o Z da questão

A disputa das gerações também é um ponto de peso para a transformação da lógica interna das empresas. No início do ano, uma pesquisa feita pela Hay Group mostrou que cerca de 20% dos jovens que trabalham nas grandes empresas brasileiras já estavam em cargos de liderança.

Nos últimos meses, essa ascensão meteórica da geração Y (formada pelos nascidos a partir dos anos 80) levou as companhias a reverem uma porção de práticas internas desde métodos de avaliação até políticas de retenção de talentos.

Para os próximos anos, a atenção estará centrada no debute da geração Z no mercado de trabalho. Formada pelos nascidos a partir de meados dos anos 90, esses futuros profissionais (que hoje, no mínimo, devem estar nos primeiros anos do Ensino Médio) estrearão no mundo dos negócios com um perfil completamente influenciado pelo caráter dinâmico e multitarefa das novas tecnologias.

E os membros de outras gerações devem estar preparados para adaptar e conciliar o modus operandi da empresa a esse novo tipo de perfil.

3. Em 140 caracteres

A lógica do Twitter, marcada por uma comunicação ágil e objetiva, será a base das relações nos próximos anos.

Isso não significa que todos precisarão aderir à rede de microblogs. No entanto, ter boas habilidades de comunicação é imprescindível para responder às novas demandas do mercado.

De acordo com uma pesquisa recente da instituição americana National Association of Colleges and Employers, o item boas “habilidades comunicativas” é o aspecto mais valorizado pelos recrutadores dos Estados Unidos.

E o relatório aponta: as empresas não estão totalmente satisfeitas com a performance dos candidatos nesse ponto. Isso significa que muitos profissionais até podem ter bons conhecimentos técnicos em sua especialidade, mas não são capazes de explicá-los em termos práticos e claros.

Ou seja, para cativar as empresas nos próximos anos não é preciso ir muito longe e desenvolver técnicas rebuscadas para falar bem em público. A questão é mais básica. Os profissionais precisam aprender a se expressar de maneira clara, objetiva e transparente em todas as rotinas de comunicação dentro da empresa – desde a redação de um e-mail até a elaboração de um grande projeto.

4. A filosofia de creative commons

Adeus, individualismo corporativo. A ordem agora é “capitalizar o conhecimento coletivo” ou estimular a cooperação entre os funcionários de uma mesma empresa – e não mais a competição.

“Acabou a figura do professor Pardal nas empresas. Não existe inovação que saia de uma única cabeça”, afirma Marco Tulio Zanini, professor da Fundação Dom Cabral.

Uma vez que a inovação é um ponto essencial para que as empresas cresçam no contexto econômico dos próximos anos, a demanda por pessoas que sejam capazes de multiplicar conhecimento e trabalhar de maneira colaborativa será fundamental.

De certa forma e guardadas as devidas proporções (e motivações), essa lógica se assemelha ao argumento básico do projeto Creative Commons, que cria um nova forma de licença autoral com base na defesa do compartilhamento de conteúdo.

A regra para os próximos anos será utilizar suas habilidades e talentos para fazer outros crescerem. E, assim, criar novos meios para o desenvolvimento da corporação.

5. Espírito (quase) camaleônico

Para encarar as exigências do mercado nos próximos anos, os brasileiros precisarão investir em uma postura mais flexível frente as mudanças. “Estamos lidando com uma expansão de mercados muito dinâmicos”, afirma Jeane, da IBM.

Isso significa que o universo dos negócios sofrerá transformações muito mais frequentes do que as observadas até agora. Como consequência, os desafios também terão novos rumos. E os profissionais devem estar prontos para se adaptar aos novos (e, talvez, efêmeros) cenários.

Além disso, Jeane lembra, a tendência é que o processo de expansão de negócios brasileiros para outros mercados se acentue nos próximos anos. “Isso exige abertura para mobilidade por parte dos profissionais. Eles precisam estar disponíveis e prontos para os processos de crescimento das empresas para além das fronteiras”, diz.

6. Para além dos muros da caixa

Para equilibrar todos as demandas anteriores, será preciso fugir do senso e das práticas comuns. De acordo com Jeane, a criatividade foi apontada por 60% dos executivos de RH como um elemento essencial para os próximos anos.

Essa valorização da criatividade faz todo o sentido diante de todos os outros cenários possíveis para 2015. Afinal, como conseguir criar um ambiente de trabalho colaborativo entre pessoas de nacionalidades e gerações diferentes, em um universo de negócios dinâmicos?

Apenas com “a capacidade de ir além das barreiras e criar novas formas para lidar com os diferentes grupos e direções”, como afirma Jeane.

7. Líder – mesmo sem ser gestor

“Temos administradores fortes, porém não líderes – e nós precisamos de líderes fortes para alcançar nossos objetivos estratégicos”. A frase proferida por um dos executivos ouvidos pela pesquisa da IBM retrata bem a essência do profissional que será procurado pelas empresas nos próximos anos.

Para se movimentar nesse cenário, não basta ter uma sólida formação. É preciso ter espírito de liderança.

Mas essa habilidade não está restrita aos profissionais que ocupam um cargo de gestão. O mundo dos negócios dos próximos cinco anos exige pessoas que tenham uma visão estratégica sobre o próprio trabalho.

Em outras palavras, como afirma Jeane, “profissionais que sejam capazes de mobilizar, inspirar e fazer valer os valores da corporação” – mesmo sem ocupar um cargo gerencial.

O professor da Fundação Dom Cabral explica que esse tipo contexto exige líderes abertos ao novo que consigam conciliar opiniões divergentes e criar um ambiente favorável para o debate e inovação.

“Ele deve ser capaz de construir vínculos, sentido e significado entre as diversas variáveis”, afirma. “Muitas vezes a inovação está no questionamento daquilo que já existe”.

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