Preocupação com nova bolha de internet agora afeta o Brasil.

O temor sobre uma nova bolha da internet é um tema cíclico na cobertura de tecnologia. Há algumas semanas, ele voltou a rondar o noticiário desde que Mark Zuckerberg decidiu pagar US$ 1 bilhão pelo Instagram, serviço que não produz receita e era avaliado pela metade do valor despendido pelo Facebook.

A proximidade da entrada do Facebook na Bolsa, que pode dar ao site um valor entre US$ 77 bilhões e US$ 96 bilhões, tem ajudado a alimentar uma desconfiança de que as empresas de internet estejam superaquecidas. A busca por novos instagrams e facebooks, por parte de investidores, estaria provocando uma enxurrada de milhões de dólares em novas empresas que não dão retorno ou que têm pouca inovação.

O assunto foi puxado pelo empreendedor e escritor Dave Winer, que escreveu no fim de abril um post intitulado “Definitivamente é uma bolha”. Nick Bilton, do New York Times, retomou o tema em um artigo no blog Bits logo depois, com o título “Sem receita, uma ilusão de valor”. Chris Dixon, fundador do site de recomendações Hunch – vendido para o eBay em novembro – questionou a discussão com uma visão mais crítica publicada em seu blog, que também foi bastante comentada.

Muitos sites também repercutiram o tema e não faltou voz para criticar a desconfiança. Um dos investidores mais conhecidos do Vale do Silício, Marc Andreessen, afirmou em um evento organizado pela revista Wired: “Invisto porque acredito que não estamos em uma bolha”. E, por fim, o fundador do Techcrunch, Michael Arrington, voltou a chamar a discussão de uma “blubble” – uma “blolha” ou um blá-blá-bolha – como tinha feito no ano passado quando o tema reapareceu. Ele diz que há, sim, uma corrida por novos negócios na internet como a o fim dos anos 1990, mas agora ela é mais “inteligente” e menos gananciosa. “A compra do Instagram pelo Facebook foi impulsionada pelo medo, não pela ganância”, escreveu Arrington. O medo, no caso, era de que a startup se tornasse uma ameaça no futuro ou que fosse comprada por um concorrente.

A discussão vai longe e, apesar de o medo da bolha rondar a internet há anos, há uma diferença crucial com a preocupação atual. Agora ela afeta diretamente o Brasil, que tem atraído investidores de olho no crescimento econômico e na difusão cada vez maior do aumento do acesso à web. No fim de 2009, 67,5 milhões de pessoas tinham acesso à rede. Hoje são 79,9 milhões, segundo o Ibope Nielsen Online – e o número deve continuar em ascensão.

Animados com o bom momento muitos empreendedores brasileiros têm conseguido apoio e dinheiro para transformar suas ideias em empresas voltadas para a internet. Mas a animação tem de ser vista com cuidado.

Uma pesquisa recente com 170 empresas iniciantes, feita por uma consultoria voltada a startups chamada Luz Consultoria, indicou que apenas 32% das empresas têm clientes. Quase 61% dizem ter faturamento anual de R$ 60 mil. A maioria (72,4%) não recebeu investimentos, mas há aquelas que chegaram a ter aporte de mais de R$ 1 milhão.
Não é possível dizer que haja uma bolha no Brasil, mas vê-se startups já agem como se fossem grandes antes mesmo de colocarem seu site no ar.

Há algumas semanas conversei sobre isso com Carlos Martins, do grupo espanhol IG Expansión. Seu trabalho consiste em estruturar, no Brasil, modelos de negócios que já deram certo nos EUA ou Europa, fundando empresas de comércio eletrônico para depois vendê-las. São startups focadas principalmente na ascensão da classe C, como Viajanet, Shoes4you. Neste ano, ainda deve começar a operar uma loja online de bijuteria, a Sophie & Juliete.

Apesar da forte aposta que a internet brasileira vai continuar crescendo, Martins disse que acredita que depois da Copa de 2014 e da Olimpíada do Rio, o crescimento brasileiro deve desacelerar. Portanto, mais do que aproveitar o bom momento, é preciso pensar se o Brasil está criando empresas agora que poderão continuar inovando no futuro e que serão ambiciosas o suficiente para se manterem em tempos de crise.

Facebook ultrapassa Orkut e é a rede social mais popular no Brasil

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Brasil tem um novo líder na área de redes sociais. Com 30,9 milhões de visitantes únicos no mês de agosto, o Facebook ultrapassou o Orkut, que registrou 29 milhões de usuários no mesmo período. Os dados são do Ibope Nielsen, que divulgou os números juntamente com outros dados relativos ao uso da internet no país.
De acordo com o levantamento, o Facebook detém agora 68,2% do mercado de redes sociais, levando em conta quem utiliza o site em casa ou no trabalho. Outro dado marcante foi o crescimento do Twitter, que já é acessado por 14,2 milhões de pessoas e está em constante crescimento.
Além de números de acesso, a pesquisa mediu o tempo que o brasileiro passa nesses sites por mês: 7 horas e 14 minutos. Já o uso diário da internet em geral é de 2 horas e 30 minutos. A quantidade de internautas conectados também cresceu: de julho a agosto, o número passou de 58,6 milhões para 61,2 milhões de pessoas. Você pode conferir a pesquisa completa clicando aqui.
Na semana passada, alguns dados que também apontavam a liderança do Facebook teriam vazado para alguns veículos de comunicação, mas a instituição não comprovou a validade da informação, já que o levantamento não havia sido finalizado.

Invadiram o Site da Microsoft Brasil !

 

Tente entrar agora no http://microsoft.com.br/ você só vai ver essa menagem: Ms Brazil 0wn3d by TG

 

Ex-presidente do iG deve assumir Google Brasil

Fábio Coelho, ex-presidente do portal iG, deve assumir a presidência do Google no Brasil. A informação ainda não é confirmada pela assessoria do Google Brasil.

Hoje pela manhã, o iG confirmou a promoção de Pedro Ripper, diretor de novos negócios, para a presidência do portal justamente no lugar de Fábio Coelho.

Coelho esteve à frente da presidência do iG durante 18 meses. Nesse tempo, ele  liderou uma reformulação do portal de internet, além de expandir a operação do IG para outros tipos de mídias. Antes do iG, Coelho foi funcionário da operadora de telecomunicações AT&T e também do banco Citibank.

No Google, Coelho vai entrar no lugar de Alexandre Hohagen, que deixou o comando da empresa de buscas no país, há pouco mais de uma semana, para comandar a subsidiária brasileira do Facebook.

Por causa do novo trabalho, Coelho deve deixar o comando Interactive Advertising Bureau, a IAB Brasil, uma entidade que estuda normas para negócios na internet.

Brasil atinge oitavo lugar em número de usuários de internet

Com 40 milhões de usuários de internet em 2010, o Brasil ficou em oitavo lugar em um ranking de 43 países divulgado nesta quarta-feira (9) pela consultoria comScore, que só considera acessos de maiores de 15 anos feitos em casa ou no trabalho.

De 2009 para 2010, o número de internautas brasileiros cresceu 20%, segundo o levantamento.

A China lidera a lista, com 291,5 milhões. Em seguida, vêm EUA (180,9 milhões), Japão (73 milhões), Alemanha (49,3 milhões), Rússia (46,1 milhões), França (41,9 milhões) e Índia (41,5 milhões).

Em 2010, o Brasil ultrapassou o Reino Unido, que fechou o ano com 38,2 milhões de usuários da rede.

Alex Banks, diretor administrativo da comScore no Brasil, estima que o Brasil deva superar a França em breve.

Em média, brasileiros passam 24,3 horas por mês na internet, superando em duas horas a média global.

** Fonte : Folha.com

O que mudou no Brasil de 1995 a 2010 ?

O que mudou desde a estabilização política e econômica e a chegada da internet no Brasil

** Fonte : Estadão

Twitter vai abrir escritório no Brasil

O Twitter deve abrir em breve um escritório no Brasil. O anúncio foi feito por Laura Gomez, responsável pelo crescimento internacional da empresa.“Nos próximos meses nós vamos começar a tradução do Twitter para o português. Também devemos abrir um escritório no Brasil”, disse ela ao jornal argentino La Nacion.

Segundo Laura, o Brasil é o segundo mercado que mais cresce no Twitter depois dos Estados Unidos. Ela disse ainda que 20% dos usuários do microblog estão na América Latina. Nos últimos cinco meses, o número de usuários no continente saltou 420%, informou a executiva.

Os Estados Unidos possuem a maior base, com 25% do total de clientes.

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