Preocupação com nova bolha de internet agora afeta o Brasil.

O temor sobre uma nova bolha da internet é um tema cíclico na cobertura de tecnologia. Há algumas semanas, ele voltou a rondar o noticiário desde que Mark Zuckerberg decidiu pagar US$ 1 bilhão pelo Instagram, serviço que não produz receita e era avaliado pela metade do valor despendido pelo Facebook.

A proximidade da entrada do Facebook na Bolsa, que pode dar ao site um valor entre US$ 77 bilhões e US$ 96 bilhões, tem ajudado a alimentar uma desconfiança de que as empresas de internet estejam superaquecidas. A busca por novos instagrams e facebooks, por parte de investidores, estaria provocando uma enxurrada de milhões de dólares em novas empresas que não dão retorno ou que têm pouca inovação.

O assunto foi puxado pelo empreendedor e escritor Dave Winer, que escreveu no fim de abril um post intitulado “Definitivamente é uma bolha”. Nick Bilton, do New York Times, retomou o tema em um artigo no blog Bits logo depois, com o título “Sem receita, uma ilusão de valor”. Chris Dixon, fundador do site de recomendações Hunch – vendido para o eBay em novembro – questionou a discussão com uma visão mais crítica publicada em seu blog, que também foi bastante comentada.

Muitos sites também repercutiram o tema e não faltou voz para criticar a desconfiança. Um dos investidores mais conhecidos do Vale do Silício, Marc Andreessen, afirmou em um evento organizado pela revista Wired: “Invisto porque acredito que não estamos em uma bolha”. E, por fim, o fundador do Techcrunch, Michael Arrington, voltou a chamar a discussão de uma “blubble” – uma “blolha” ou um blá-blá-bolha – como tinha feito no ano passado quando o tema reapareceu. Ele diz que há, sim, uma corrida por novos negócios na internet como a o fim dos anos 1990, mas agora ela é mais “inteligente” e menos gananciosa. “A compra do Instagram pelo Facebook foi impulsionada pelo medo, não pela ganância”, escreveu Arrington. O medo, no caso, era de que a startup se tornasse uma ameaça no futuro ou que fosse comprada por um concorrente.

A discussão vai longe e, apesar de o medo da bolha rondar a internet há anos, há uma diferença crucial com a preocupação atual. Agora ela afeta diretamente o Brasil, que tem atraído investidores de olho no crescimento econômico e na difusão cada vez maior do aumento do acesso à web. No fim de 2009, 67,5 milhões de pessoas tinham acesso à rede. Hoje são 79,9 milhões, segundo o Ibope Nielsen Online – e o número deve continuar em ascensão.

Animados com o bom momento muitos empreendedores brasileiros têm conseguido apoio e dinheiro para transformar suas ideias em empresas voltadas para a internet. Mas a animação tem de ser vista com cuidado.

Uma pesquisa recente com 170 empresas iniciantes, feita por uma consultoria voltada a startups chamada Luz Consultoria, indicou que apenas 32% das empresas têm clientes. Quase 61% dizem ter faturamento anual de R$ 60 mil. A maioria (72,4%) não recebeu investimentos, mas há aquelas que chegaram a ter aporte de mais de R$ 1 milhão.
Não é possível dizer que haja uma bolha no Brasil, mas vê-se startups já agem como se fossem grandes antes mesmo de colocarem seu site no ar.

Há algumas semanas conversei sobre isso com Carlos Martins, do grupo espanhol IG Expansión. Seu trabalho consiste em estruturar, no Brasil, modelos de negócios que já deram certo nos EUA ou Europa, fundando empresas de comércio eletrônico para depois vendê-las. São startups focadas principalmente na ascensão da classe C, como Viajanet, Shoes4you. Neste ano, ainda deve começar a operar uma loja online de bijuteria, a Sophie & Juliete.

Apesar da forte aposta que a internet brasileira vai continuar crescendo, Martins disse que acredita que depois da Copa de 2014 e da Olimpíada do Rio, o crescimento brasileiro deve desacelerar. Portanto, mais do que aproveitar o bom momento, é preciso pensar se o Brasil está criando empresas agora que poderão continuar inovando no futuro e que serão ambiciosas o suficiente para se manterem em tempos de crise.

A distribuição da população na terra

Daqui a vinte anos você estará mais decepcionado pelas coisas que você não fez do que pelas coisas que você fez. Portanto livre-se das bolinas. Navegue longe dos portos seguros. Pegue os ventos da aventura em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra – Mark Twain

Mundo: 80% dos profissionais acreditam que a experiência pesa mais do que formação.

Um levantamento realizado pela consultoria da área de Recursos Humanos Kelly Services revelou que 80% dos profissionais em todo o mundo consideram a experiência mais importante do que a formação educacional para alavancar a carreira.
De acordo com os dados, apenas 18% dos entrevistados mencionaram a educação formal como mais importante. Já outros 2% ficaram indecisos. No total, foram 97 mil pessoas entrevistadas de 30 países, incluindo as Américas.
Na análise das gerações, as pessoas da geração Y se mostram mais dispostas a atualizar suas habilidades/ qualificações para progredir na carreira, chegando a 64%. Em seguida, aparecem a Geração X, com 60%, e os Baby Boomers (55%).
Mudança na carreira
A pesquisa apontou ainda que os profissionais não pensam mais em ter uma carreira para toda a vida, já que 57% disseram que esperam mudar de carreira dentro dos próximos cinco anos.
Entre os motivos apontados estão a necessidade de maior renda (27%), maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional (24%) e troca de interesses pessoais (23%).
Na análise entre as gerações, tanto os profissionais da geração Y e X esperam mudar de carreira nos próximos anos. Para ter uma ideia, o percentual chega a 58%, enquanto entre os Baby Boomers, o indicador é a metade.

Educação Informal

Grandes Mentiras do Mundo de TI

“Estranho, na minha maquina funcionou sem problemas”
“Pode deixar que eu já fiz isso milhares de vezes”
“Relaxa, essa alteração não vai afetar em nada”
“Cara, ninguém mexeu no servidor.”
“Sim, tenho a documentação de toda a rede”
“Relaxa, depois você desconta do seu banco de horas”
“Olha, já fiz esse procedimento antes e não tive problemas”
“Putz, não vou poder ficar mais tarde hoje porque tenho prova na faculdade”
“Relaxa, isso é provisório”
“Sim, já tô indo… mais 5 min e termino isso aqui”
“To pensando em tirar férias final do ano. Meu chefe deu OK já”

20 dicas para viver sem stress

1 * Aceite que há dias em que você é o pombo e outros em que você é a estátua.

2 * Mantenha sempre tuas palavras leves e doces pois pode acontecer de você precisar engolir todas elas.

3 * Só leia coisas que faça você se sentir bem e ter a aparência boa de quem está bem, caso você morra durante a leitura.

4 * Dirija com cuidado. Não só os carros apresentam defeitos e têm recall do fabricante.

5 * Se não puder ser gentil, pelo menos tenha a decência de ser vago.

6 * Se você emprestar $200 para alguém e nunca mais ver essa pessoa, provavelmente valeu a pena pagar esse preço para se livrar dessa má pessoa.

7 * Pode ser que o único propósito da tua vida seja servir de exemplo para os outros.

8 * Nunca compre um carro que você não possa manter.

9 * Quando você tenta pular obstáculos lembre que está com os dois pés no ar e sem nenhum apoio.

10 * Ninguém se importa se você consegue dançar bem. Para participar e se divertir no baile, levante e dance, pronto.

11 * Uma vez que a minhoca madrugadora é a que é devorada pelo pássaro, durma até mais tarde sempre que puder.

12 * Lembre que é o segundo rato que come o queijo – o primeiro fica preso na ratoeira. Saiba esperar.

13 * Lembre, também, que sempre tem queijo grátis nas ratoeiras.

14 * Quando tudo parece estar vindo na tua direção, provavelmente você está no lado errado da estrada.

15 * Aniversários são bons para você. Quanto mais você tem, mais tempo você vive.

16 * Alguns erros são divertidos demais para serem cometidos só uma vez.

17 * Podemos aprender muito com uma caixa de lápis de cor. Alguns têm pontas aguçadas, alguns têm formas bonitas e alguns são sem graça. Alguns têm nomes estranhos e todos são de cores diferentes, mas todos são lápis e precisam viver na mesma caixa.

18 * Não perca tempo odiando alguém, remoendo ofensas e pensando em vingança. Enquanto você faz isso a pessoa está vivendo bem feliz e você é quem se sente mal e tem o gosto amargo na boca.

19 * Quanto mais alta é a montanha mais difícil é a escalada.
Poucos conseguem chegar ao topo, mas são eles que admiram a paisagem do alto e fazem as fotos que você admira dizendo “queria ter estado lá”.

20 * Uma pessoa realmente feliz é aquela que segue devagar pela estrada da vida, desfrutando o cenário, parando nos pontos mais interessantes e descobrindo atalhos para lugares maravilhosos que poucos conhecem.

“Portanto, antes de voltar para casa esta noite, deposite sua carga de trabalho/vida no chão.Não carregue para casa. Você pode voltar a pegá-la amanhã. Com tranqüilidade.”

Os 10 Erros Mais Comuns Dos Novos Gerentes

O outro dia estava ouvindo uma entrevista com um comediante famoso quando algo que ele disse chamou a minha atenção. O sujeito aparentemente imigrara para os Estados Unidos com os seus pais e percebeu que, para conseguir um bom trabalho, precisaria melhorar consideravelmente a sua habilidade em falar Inglês.

Então concluiu que a melhor forma de fazer tal proeza seria se inscrevendo num curso de teatro, E foi assim que a sua carreira como ator começou.

LIDE COM AS SUAS FRAQUEZAS

Parece um tanto óbvio, não? Mas isso me fez pensar: quantos gerentes realmente sabem o que está limitando  seu sucesso? E, se sabem, quantos deles obrigam a si mesmos a fazer alguma coisa sobre isso?

Quer saber? Estou disposto a apostar que metade dos gerentes que estão neste exato momento lendo estas linhas estão dizendo a s mesmos: “Uau! eu devia mesmo fazer algo sobre ______” (preencha a lacuna). Mas… será que efetivamente vão fazer alguma coisa? Possivelmente não.

Também estou disposto a apostar que a outra metade não vai vestir a carapuça, mas sim culpar o mundo pelo fato de não terem avançado na empresa, ao invés de tomar uma atitude sobre o medo ou a limitação da qual estou praticamente seguro que tomaram consciência num determinado momento de suas carreiras, mas que acabaram não enfrentando pelos mais diversos motivos.

Qualquer que seja a metade em que você se encontra, todos nós temos ao menos um medo ou uma limitação travando a velocidade de nosso crescimento. Se encarassemos ou aprimorassemos essa “deficiência” praticamente é certo que novas portas vão se abrir para novos êxitos e oportunidades.

Esses dias vi uma pesquisa que  aponta algumas das deficiências mais comuns quando estreamos no papel de gerentes. Afinal, gerenciar pode ser um pouco difícil no início, mais ainda quando uma recente pesquisa concluiu que mais de 50% dos gerentes receberam treinamento ZERO antes de serem lançados na função. Segue uma lista dos erros mais comuns que os novos gerentes cometem. Quem sabe assim você não terá a chance de evitá-los?

1. Considerar que você sabe tudo.

Se acabou de ser promovido a Gerente de Produção,  você pode achar que sabe tudo sobre produção. Mesmo que isso seja verdade – e não o é – você certamente não sabe tudo sobre a parte mais importante do seu trabalho: gerenciar pessoas. Ouça as pessoas ao seu redor. Pergunte a opinião delas quando apropriado. Mantenha a mente aberta.

2. Mostrar a todos quem está no comando.

Confie em mim, todos no seu time sabem quem é o novo gerente. Você não precisa dar um grande show sobre o fato de ser “o chefe”. Entretanto, o que você precisa sim é demonstrar que, como chefe, você faz a diferença.

3. Mudar tudo.

Não re-invente a roda. Só porque a forma como alguma coisa é feita não é a forma como você faria, isso não significa necessariamente que está errada. Aprenda a diferença entre “diferente” e “errado”.

4. Ter medo de fazer qualquer coisa.

Talvez você não tenha solicitado essa promoção. Talvez você não esteja certo que pode dar conta do trabalho. Mas não permita que isso faça com que você não exerça a sua função da melhor maneira possível.  Seus superiores não teriam colocado você nela se eles não tivessem confiança que você pode dar conta do recado.

5. Não dedicar tempo para conhecer o seu time.

Talvez você  tenha trabalhado lado a lado com estas pessoas durante anos. Mas isso não significa que você os conhece. Entenda o que os estimula, como  motivá-los, o que os deixa apreensivos ou preocupados. Conheça-os individualmente, porque essa é a única forma pela qual você pode eficazmente gerenciá-los.  Seu time é o que vai fazer com que você se saia bem ou se arrebente no desafio de ser um bom líder. Dê-lhes a sua atenção e o seu tempo.

6. Não perder tempo com o seu chefe.

Desde o momento em que te promoveu, certamente ele entende como você tem estado ocupado e obviamente não precisa do seu tempo, certo? Errado. Seu trabalho, da mesma forma como era antes de você virar um gerente, é apoiar seu chefe. Se assegure que você agenda tempo com ele para ambos possam trocar informações e para receber direcionamento e treinamento.

7. Não se preocupar com problemas ou com funcionários problemáticos.

Você não pode mais evitar problemas ou ter a esperança que eles vão se resolver sozinhos. Quando alguma coisa aparece, é a sua função descobrir a melhor solução e fazer com que ela seja executada. Isso não significa que você não pode pedir opinião ou apoio dos demais, mas significa sim que você é a pessoa que tem que garantir que a questão está sendo devidamente endereçada.

8. Não se permitir ser humano.

Só porque você é o chefe não significa que você não pode ser humano, que você não pode rir, ou demonstrar emoções, ou cometer um erro ocasional.

9. Não proteger seu time.

As pessoas no seu time vão receber pressão de todos os lados. Outras áreas podem querer culpar você por interfaces frágeis . Seu chefe pode querer jogar todas as funções desagradáveis no seu departamento.  O RH pode decidir que o nível salarial das posições classificadas na sua área está super-estimado. É sua função defender o seu time e se assegurar que eles são tratados da forma mais justa possível. Eles vão saber retribuir a lealdade.

10. Evitar responsabilidade por qualquer coisa.

Goste ou não, como líder você é responsável por tudo o que acontece no seu time, não importa se você  está a par ou não. Qualquer coisa que qualquer integrante do seu time fizer, ou não fizer, cai no seu colo. Você tem que construir os canis de comunicação de forma a que não haja surpresas, mas em todo caso, esteja preparado para assumir responsabilidade. Não tem jeito: ela vai de mãos dadas com a autoridade conquistada.

Crédito by  Pablo

A Técnica Pomodoro


Alguns dias atrás em um Daily com o Time de desenvolvimento Busk descobri uma técnica de gerenciamento de tempo chamada de Pomodoro. Estávamos no meio de uma reunião quando um dos desenvolvedores citou sobre essa técnica. Eu como bom curioso que sou fui pra internet pesquisar sobre essa técnica. É sensacional o negócio, sério mesmo! Vou tentar explicar rapidamente nesse post o que é e como funciona a Técnica Pomodoro (The Pomodoro Technique), mas se você se vira bem no inglês sugiro a leitura do livro completo, que está disponível gratuitamente em PDF no site oficial. Tem a versão impressa também, mas aí você tem que comprar, é lógico.

O que é isso?

A Técnica Pomodoro é um método de gerenciamento do tempo que pode ser usado para qualquer tipo de tarefa. Para muitas pessoas o tempo é um inimigo. A ansiedade causada pelo “tic-tac” do relógio, especialmente quando existe um prazo limite envolvido, acaba gerando ineficiência no trabalho e péssimos hábitos de estudo que, por sua vez, acabam levando à procrastinação.

O objetivo da Técnica Pomodoro é usar o tempo como um aliado importante para realizar, à nossa maneira, tudo aquilo que queremos fazer e também nos permitir melhorar continuamente o modo como trabalhamos e estudamos.

Ferramentas

Pra começar a usar a Técnica você precisa somente de algumas ferramentas básicas:

Um timer daqueles de cozinha;
Um lápis;
Uma folha para a lista de tarefas;
Uma folha para a relação de atividades;
Uma folha para anotar registros.
No site oficial tem até uns arquivos em PDF com esse material pra você imprimir, se quiser, mas eu não estou usando nada disso. Não gosto de papel. Para o timer eu uso um excelente programinha que foi feito só para esse fim mesmo, o Focus Booster. Roda em tudo quanto é sistema, então não há com o que se preocupar. Para as listas eu uso o RTM (Remember The Milk), que encaixou tão bem com a técnica que parece até que foi pensando pra ela desde o começo. Para os registros eu uso uma planilha simples no Google Docs mesmo, sem maiores complicações.

Pois é, se eu ficar sem internet ferrou, mas assumo o risco. É que todo o meu trabalho é online também, então se eu não puder trabalhar não precisarei administrar o tempo. Agora, tudo isso que eu disse pode ser feito até mesmo com arquivos diferentes do Bloco de Notas do Windows. No fim das contas são apenas listas, nada mais que isso. Faça da maneira que achar melhor.

O básico

Coloque na lista de atividades tudo o que você tem que fazer, em qualquer ordem. No começo de cada dia selecione as tarefas que você tem que fazer naquele dia e mude elas para a lista de tarefas. É em cima da lista de tarefas que vamos trabalhar, sempre. A lista de atividades é só pra você não deixar passar nada em branco. Na lista de tarefas, se você quiser, pode ser organizada por prioridade.

Ah sim, melhor explicar logo antes que você ache que eu estou maluco. Um Pomodoro é um intervalo de tempo de 25 minutos, nada mais que isso.

Comece o trabalho:

Pegue a primeira tarefa da lista;
Ajuste o Pomodoro para 25 minutos;
Trabalhe sem parar até o Pomodoro tocar;
Coloca um X na tarefa na folha de registros;
Tire um intervalo curto (3-5 minutos).
Continue trabalhando, Pomodoro por Pomodoro, até que a tarefa que você separou esteja completa, então rabisque ela da sua lista de tarefas (ou marque como concluída de alguma forma).

A cada quatro Pomodoros tire um intervalo um pouco mais longo (15-30 minutos).

Regras e Dicas

Durante o processo é importante você seguir algumas regras, senão o método não vai funcionar e você vai terminar mais frustrado do que quando começou. Peste muita atenção a estas dicas:

Um Pomodoro é indivisível;
Se uma tarefa durar mais de 5-7 Pomodoros, quebre ela em várias outras tarefas menores;
Se uma tarefa durar menos que um Pomodoro, junte ela com outras tarefas;
Uma vez começado um Pomodoro ele deve tocar o alarme final;
O próximo Pomodoro sempre será mais tranqüilo;
A Técnica Pomodoro não deve ser usada para fazer coisas no seu tempo livre. Aproveite sua folga!
Interrupções

Num mundo ideal você iniciaria seu Pomodoro e iria até o final sem ninguém nem olhar pra você, mas a realidade passa longe disso, principalmente se você estiver no escritório, trabalhando. Bem, não há dicas milagrosas aqui. Você vai ter que aprender a lidar com as interrupções da melhor forma possível. Agora, tem algumas coisinhas que você pode fazer pra diminuir o estrago essas interrupções.

A primeira coisa é que você vai ter que aprender a dizer não. Se alguém te ligar, anote o recado e diga que você está ocupado, no meio de uma tarefa importante, e que ligará de volta em 25 minutos. Assim, quando o Pomodoro terminar você terá tempo suficiente para retornar a ligação.

Se aparecer uma atividade de emergência, não exite. Anote-a na lista de atividades e continue seu Pomodoro. Quando ele terminar você poderá reorganizar suas prioridades. No próximo Pomodoro você já pode começar essa nova tarefa e, quando terminar, volta à tarefa que estava fazendo antes. Não há problema nisso. O que não pode é parar um Pomodoro pela metade, isso nunca pode acontecer!

Os registros

Os registros são importantes pra você poder avaliar seu desempenho e também pra melhorar seus métodos de trabalho ou estudo. Funciona assim, você vai anotar o nome da tarefa e logo em seguida vai começar a marcar um X para cada Pomodoro finalizado nela. No final você vai ver que levou, sei lá, três Pomodoros para realizar aquela tarefa, totalizando uma hora e quinze minutos de trabalho, sem contar os intervalos.

No final do dia dá pra ver rapidamente tudo o que foi feito e quanto tempo você gastou em cada uma das tarefas. Assim você poderá organizar melhor as coisas para o dia seguinte. Se uma tarefa está tomando tempo demais, melhor deixar ela para o final ou fazer logo no começo, como a primeira coisa do dia? O que você pode fazer pra terminar aquele tipo de tarefa um pouco mais rápido?

É o mesmo princípio do controle financeiro. Primeiro você tem que anotar todos os seus gastos para descobrir que destino está dando ao seu dinheiro. Aí sim, com essa informação em mãos, você conseguirá realizar um planejamento eficiente, cortar gastos, economizar um pouco, etc.

Espero que este método seja tão útil pra vocês quanto está sendo pra mim em alguns momentos do meu trabalho e dia a dia. Eu acho muito importante para quem tem tendência à procrastinação e dificuldade de manter o foco durante longos períodos de tempo, então quebre suastarefas em intervalos curtos é essencial.

Se você tiver algo a acrescentar, já que esse post tratou o assunto bem superficialmente, sinta-se em casa. Os comentários estão aí pra isso mesmo.

O crescimento pessoal dos 28 anos

Esta semana completei 30 anos  e comecei a analisar todas as mudanças que passei em minha vida e comecei a rever as grandes mudanças que tive em toda minha vida até hoje. Nesta analisei cheguei a conclusão que a grande mudança ocorreu nos  28 anos. Foi por este motivo que resolvi pesquisar um pouco sobre este fenômeno que acontece em nossas vidas a cada 7 anos. Seria ele uma simples conclusão da evolução humana com o passar do tempo, ou apenas uma  metodologia do Trabalho Biográfico  ? O que aprendi é que  trabalho biográfico dividimos a vida em períodos de sete anos, que chamamos Setênios. Esta divisão tem um propósito didático, mas contém em si uma sabedoria, já conhecida dos antigos filósofos gregos, que primeiro propuseram esta divisão. Cada passagem de setênio é marcada por acontecimentos que levam a vida para uma direção diferente. Às vezes esses acontecimentos são externos, fatos verdadeiramente, mas muitas vezes são internos, mudanças de nossa percepção em relação ao mundo. Sejam internos ou externos, esses acontecimentos provocam crises na nossa existência.

Por volta dos 28 anos, às vezes um pouco antes ou um pouco depois, vivemos a Crise dos Talentos. Até os 21 anos, início da vida adulta, experimentamos o que aprendemos em nossa vida pessoal, amorosa e profissional muitas vezes de forma impulsiva, guiados mais pelos sentimentos e sensações do que pela razão. Chegando aos 28 anos, estamos desenvolvendo mais o pensamento racional, então cada decisão passa a ser muito mais pesada e medida do que apenas sentida. Muitas pessoas dizem que “agora a juventude acabou” e buscam situações mais estáveis na vida. Por exemplo, se você mudou muito de emprego, sempre seguindo as propostas e possibilidades de aprender algo novo, agora já buscará estabelecer um momento mais estável na sua carreira, seja através de um emprego ou mesmo por conta própria. Não estou falando de arrependimento em relação às mudanças do início da vida adulta, já que essa multiplicidade de experiências fez com que você desenvolvesse múltiplos talentos.

Período de questionamentos

A Crise dos Talentos leva você a pensar: “saí pelo mundo, pela vida, vivi muitas situações, aprendi muita coisa, desenvolvi muitos talentos mas… e agora? O que eu faço com meus talentos daqui para frente?O que eu faço com meus talentos daqui para frente? Quais talentos eu quero trabalhar para que se desenvolvam mais e possam tornar-se uma faculdade em minha vida? Quais talentos preciso deixar de lado, totalmente ou pelo menos parcialmente, por não me servirem mais ou não me interessarem mais?”

Muitas vezes a Crise dos Talentos aparece como um questionamento de suas próprias capacidades. Em minha vida, apareceu entre os 28 e os 29 anos.

Mudanças necessárias

Esta Crise dos Talentos muitas vezes é deflagrada por alguém, um amigo ou alguém que passa batido pela nossa vida, que fala alguma coisa e cria esse tal comichão. Pode ser também um livro, um filme, mas sempre levando a um profundo questionamento do que fazer com os talentos que conquistamos até então.

Observe na sua história, se você já passou dessa idade, o que pode ter sido essa Crise dos Talentos. E, se você ainda não chegou aos 28 anos, esteja de olhos e ouvidos abertos para os questionamentos que vão surgir nesta fase. Eles vão lhe trazer uma certa angústia, afinal a palavra “crise” não é retórica, mas você vai entrar num novo rumo em sua vida, num crescimento pessoal muito recompensador.

A Vida…

“Chico Xavier costumava ter em cima de sua cama uma placa escrita: Isso também passa!

Então perguntaram a ele o porquê disso… Ele disse que era para que quando estivesse passando por momentos ruins,

se lembrar de que eles iriam embora, que iriam passar, e que ele estava vivendo isso por algum motivo.

Mas essa placa também era para lembrá-lo de que quando estivesse muito feliz, não deveria deixar tudo

para trás e se deixar levar, porque esses momentos também iriam passar e momentos difíceis viriam novamente.

É exatamente disso que a vida é feita, momentos. Momentos que temos que passar, sendo bons ou não,

para o nosso próprio aprendizado. Nunca esquecendo do mais importante: Nada nessa vida é por acaso!

Absolutamente nada. Por isso temos que nos preocupar em fazer a nossa parte, da melhor forma possível..

A vida nem sempre segue o nosso querer, Mas ela..É perfeita naquilo que tem que ser”

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