‘Brasil é uma das comunidades mais criativas do mundo’, diz fundador do Tumblr

O Tumblr tem tido um sucesso impressionante nos últimos anos. Com mais de 50 milhões de blogs, 600 posts por segundo e 2 bilhões de pageviews somente no Brasil, o site está na crista da onda, tanto que vem recusando ofertas de aquisição nos últimos anos.
Para comemorar o lançamento da versão em português, o fundador e CEO do Tumblr David Kamp veio ao Brasil para conhecer a comunidade local, e a empresa Tumblr, Inc. organizou meetups no Rio de Janeiro e São Paulo para promover a integração de seus usuários com a equipe. 

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David Kamp na festa do Tumblr no Rio de Janeiro

Google lança novo serviço : Account Activity

O Google anunciou hoje ( 28/03/2012 ) a disponibilidade do Account Activity, um serviço que coleta informações sobre a sua atividade nos produtos da empresa e gera relatórios mensais acessíveis mediante a utilização da sua senha. Não é exatamente uma funcionalidade indispensável, mas ajuda os usuários a descobrirem detalhes sobre sua própria produtividade e perceberem que o Google sabe mais de você do que você mesmo.

O Account Activity mostra os locais, navegadores e plataformas utilizadas para se conectar a sua conta Google. Se você não costuma viajar muito e a página mostrar logins feitos na Rússia ou Alemanha, é um bom indicativo de que algo não vai bem. Nesse caso, a recomendação da empresa é trocar a senha ou utilizar a verificação em duas etapas, que envia uma mensagem de texto ou voz para o seu celular antes de permitir o login.

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Usuários do Google Latitude terão um gráfico simples informando quando tempo você passa no trabalho, em casa ou se divertindo pela cidade. O relatório também inclui dados sobre o Gmail, mostrando o número de emails enviados e recebidos no período, além dos contatos mais acessados da sua lista. Outros serviços que estão disponíveis no Account Activity são YouTube e histórico da web.

Para acessar seu relatório, basta entrar no Google Account Activity, selecionar seu fuso horário e solicitar os dados. Eu obtive a mensagem “Seu próximo relatório estará pronto em alguns dias”, então pode sentar e esperar mais do que alguns minutos — quando ele estiver pronto, um email automático será enviado.

 

 

A história da educação

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A distribuição da população na terra

Daqui a vinte anos você estará mais decepcionado pelas coisas que você não fez do que pelas coisas que você fez. Portanto livre-se das bolinas. Navegue longe dos portos seguros. Pegue os ventos da aventura em suas velas. Explore. Sonhe. Descubra – Mark Twain

Visa certifica smartphones para pagamento móvel

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Visa aprovou alguns aparelhos que usam a tecnologia NFC no Brasil para utilizar o aplicativo Visa payWave, que permite pagamentos com celular em estabelecimentos credenciados.

Os dispositivos certificados (Samsung Galaxy SII, LG Optimus NET NFC, BlackBerry Bold 9900, BlackBerry Bold 9790, BlackBerry Curve 9360 e BlackBerry Curve 9380) possuem o app da Visa armazenado em um cartão SIM e usam o padrão seguro de transmissão de informações de pagamento do celular para o terminal de pagamento – tudo sem fio.

Com isso, os usuários dos cartões Visa têm uma opção para o cartão de plástico. Em vez de usar a tarja magnética ou o chip, podem transformar seus celulares em um dispositivo de pagamento móvel totalmente funcional.

A tecnologia funciona de maneira simples. Aqueles que tiverem os celulares certificados e o aplicativo da Visa instalado precisam apenas aproximar seu smartphone do terminal de pagamento, que é das próprias lojas de varejo.Segundo a empresa, a tecnologia é segura. A Visa afirma que testes técnicos e de compatibilidade garantem os padrões globais de pagamento com tecnologia de chip.

Como impressionar o CEO de um Startup

Para encarar a rotina alucinante de trabalho em uma startup vale mais a atitude do que uma porção de nomes de peso no currículo. Isso significa que, na prática, essa principal ferramenta para atrair a atenção do recrutador cai para segundo plano.Isso não significa, contudo, que a ideia de currículo foi de toda abolida do contexto das startups. “Depois do networking e da apresentação, o currículo é o jeito para você mostrar que tem uma boa base”, diz Emilio Pueschmann, sócio da startup Internet24.

Mas é preciso um cuidado especial na hora de elaborá-lo. Currículo para startup não necessariamente deve ter a mesma lógica do CV que você envia para uma grande empresa.Pensando nisso, EXAME.com consultou recrutadores de startups já consolidadas no Brasil para saber quais as características de um currículo – ou outros meios possíveis – que os deixam encantados com um possível candidato.

1 - Mostrar o Zuckerberg (ou a Madre Teresa) que há em você

 

Na  hora de recrutar, os sócios de uma startup tem olhos, principalmente, para um ponto: o quanto de espírito empreendedor o candidato em questão nutre dentro de si.

Esse, digamos, sentimento tem que estar claro desde as mais óbvias escolhas de informações que vão parar no currículo. “Ter experiência em desenvolvimento de novos negócios, mesmo que seja em grandes empresas, já é um sinal desse perfil empreendedor, de pessoas que topam começar alguma coisa do zero”, diz Maria Fernanda Ortega, diretora de RH do Peixe Urbano.

“Não adianta só colocar onde você trabalho. Os resultados alcançados são evidências desse perfil”, diz Pueschmann.

Mas não é só isso. Segundo a especialista, ganha pontos aquele candidato que já teve experiência em trabalho voluntário. “Geralmente, nesse tipo de atividade é possível exercitar as características necessárias para trabalhar em uma startup. Mostra que você acredita num projeto e vai atrás dele”, diz.

2 – Meu codinome não é só trabalho

Nesse sentido, conta muito também mostrar o quanto plural seu repertório é. Ou seja, paixão pela área do negócio em questão conta muitíssimo. Mas ela não deve ser a única. “Valorizamos pessoas que tenham interesses diversos”, diz Maria Fernanda. “Geralmente, são essas pessoas que pensam fora da caixa”.

Dessa forma, vale incluir hobbys, viagens e até cursos que tenham pouca relação com os negócios em questão.

 

Quem trabalha em startup vive num ritmo quase na velocidade da luz. Para cativar a atenção de quem atua nesse contexto é preciso suar muito a camisa – literalmente.

 

Segundo Edney Souza, vice-presidente de publishers da Boo-box, é essencial que o candidato mostre ação – já no primeiro contato com a empresa nascente. “Se você vai trabalhar em uma startup precisa realizar coisas”, diz. Então, nada mais justo do que, junto ao currículo, enviar materiais que comprovem a lista de atributos que você lista ali.

 

Com isso, links para portfólio e perfis nas redes sociais são indispensáveis. Ele até pode ter passado por boas empresas, mas não ter construído bons relacionamentos. Um link para o perfil dele no Facebook pode apontar isso”, diz Souza.

Dependendo do cargo e negócio em questão, vale também enviar uma carta de apresentação. Em outros casos, entrar em contato com os integrantes da startup de maneira inteligente pode ser uma ótima estratégia.

Em outros termos, a dica é fisgar o recrutador da startup com estratégias que provem que você é a pessoa mais adequada para aquela função e, como consequência, para o crescimento do negócio. “Nosso negócio é redes sociais, se o cara faz um comentário inteligente, eu não vou mandar o contato do RH, vou mandar meu próprio e-mail para ele”, diz Souza.

4 – Menos é mais

Mas não pense que esses métodos para atrair os olhares do recrutador limam uma das regras de ouro do bom currículo. Objetividade e concisão seguem como itens essenciais no “documento”.

 

Dependendo do estágio da startup, os recrutadores recebem centenas de currículos, fugir dessa regra pode até atrapalhar voce no processo de seleção. “É muito importante que a informação seja clara”, diz Maria Fernanda.

“Se o curriculo é muito criativo ou bonito, a gente não liga. O importante é o conteúdo, o que a pessoa fez, o que ela escolheu”, diz Pueschmann. É claro, contudo, que para algumas áreas há exceções. Mesmo nessas, contudo, a clareza das informações deve ser um valor.

5 – QI

No restrito (porém, crescente) mundo das startups, networking conta. E muito. Então, se a meta é crescer junto com uma nova empresa, não deixe de frequentar eventos voltados para esse público. É isso que pode fazer a diferença na hora de provar, com seu curriculo, o quanto você será bom para o negócio.

 

Texto do site : info.abril.com.br

 

12 lições que Guy Kawasaki aprendeu com Steve Jobs.

  1. Experts não sabem de nada: “Experts — jornalistas, analistas, consultores, banqueiros e gurus não conseguem ‘fazer’, então eles ‘aconselham’. […] Ouça o que experts têm a dizer, mas nem sempre preste atenção a eles.”
  2. Os clientes não podem te dizer o que eles precisam: “Se você perguntar o que os clientes querem, eles vão dizer ‘Melhor, mais rápido e mais barato’ — isto é, uma mesmice melhorada, e não mudança revolucionária.”
  3. Salte para a próxima curva: “Grandes vitórias vêm quando você vai além da mesmice melhorada.”
  4. Os maiores desafios dão origem aos melhores trabalhos: “Eu e empregados da Apple antes e depois de mim demos o nosso melhor porque tínhamos que fazer o melhor trabalho possível para superar os maiores desafios.”
  5. O design conta: “Steve deixava as pessoas doidas com seus pedidos de design […]. Steve era um perfeccionista desses — um perfeccionista Além da Cúpula do Trovão — e ele estava certo.”
  6. Gráficos e fontes grandes não têm erro: “Dê uma olhada nos slides do Steve. […] Olhe para os slides de outros apresentadores de tecnologia.”
  7. Mudar de idea é um sinal de inteligência: “Quando a Apple vendeu o iPhone pela primeira vez não havia algo como apps. […] [Web] apps no Safari era a única saída até seis meses depois, quando Steve decidiu, ou alguém o convenceu de que apps era a rota a se seguir.”
  8. “Valor” é algo diferente de “preço”: “Preço não é tudo o que importa — o que é importante, pelo menos para algumas pessoas, é o valor. E valor leva em conta o treinamento, o suporte e a alegria intrínseca de usar as melhores ferramentas que há.”
  9. Jogadores nível A contratam jogadores nível A+: “É evidente, porém, que jogadores nível B contratam jogadores nível C […] para se sentirem superiores a eles. Se você começar a contratar jogadores de nível B, espere pelo que Steve chamava de ‘explosão de palhaços’ na sua organização.”
  10. CEOs de verdade demonstram: “[…] por que é que tantos CEOs chamam o vice-presidente de engenharia para fazer o demo de um produto? […] É mais provável que seja porque o CEO não entende o que a companhia dele faz bem o bastante para conseguir explicar. O quão patético é isso?”
  11. CEOs de verdade vendem: “Mesmo com todo o seu perfeccionismo, Steve conseguia vender. […] A Apple é uma empresa centrada em engenharia, não uma centrada em pesquisa.”
  12. Marketing se resume a prover um valor único: “[…] o iPod era único e valioso porque ele era a única forma de baixar músicas das seis maiores gravadoras de forma legal, barata e fácil.”
  13. Bônus! Algumas coisas, é preciso crer para ver: “Quando você está saltando curvas, desafiando ou ignorando experts, encarando grandes desafios, se debruçando sobre design e pondo foco em valor único, você precisa convencer as pessoas a acreditar no que você acredita para que seus esforços gerem frutos. […] Nem todo mundo vai acreditar — mas tudo bem. O ponto inicial da mudança, porém, é fazer algumas poucas cabeças mudarem de ideia. Essa é a maior lição de todas que aprendi com o Steve.”

Dessas lições, eu diria que a que mais me afetou foi a de saltar para a próxima curva. Quando vi pela primeira vez um MacBook Air saindo de um envelope, eu percebi que havia algo de especial na Apple: como é que nenhuma dessas fabricantes de PCs danadonas conseguia fazer algo como aquele notebook finíssimo? E como é que elas ainda não conseguem? Hoje a resposta me é bem evidente: enquanto todo mundo em campo se preocupava em correr para onde a bola estava num dado momento, Jobs corria para onde a bola ia estar. E como ele sabia aonde ela estaria? Simples: ele era o único que chutava pro gol, enquanto todo mundo se contentava com o meio de campo.

Qual dessas lições você acha que foi a mais importante? Há alguma que você gostaria de acrescentar? :-)

INFOGRÁFICO | STEVE JOBS

Mundo: 80% dos profissionais acreditam que a experiência pesa mais do que formação.

Um levantamento realizado pela consultoria da área de Recursos Humanos Kelly Services revelou que 80% dos profissionais em todo o mundo consideram a experiência mais importante do que a formação educacional para alavancar a carreira.
De acordo com os dados, apenas 18% dos entrevistados mencionaram a educação formal como mais importante. Já outros 2% ficaram indecisos. No total, foram 97 mil pessoas entrevistadas de 30 países, incluindo as Américas.
Na análise das gerações, as pessoas da geração Y se mostram mais dispostas a atualizar suas habilidades/ qualificações para progredir na carreira, chegando a 64%. Em seguida, aparecem a Geração X, com 60%, e os Baby Boomers (55%).
Mudança na carreira
A pesquisa apontou ainda que os profissionais não pensam mais em ter uma carreira para toda a vida, já que 57% disseram que esperam mudar de carreira dentro dos próximos cinco anos.
Entre os motivos apontados estão a necessidade de maior renda (27%), maior equilíbrio entre a vida pessoal e profissional (24%) e troca de interesses pessoais (23%).
Na análise entre as gerações, tanto os profissionais da geração Y e X esperam mudar de carreira nos próximos anos. Para ter uma ideia, o percentual chega a 58%, enquanto entre os Baby Boomers, o indicador é a metade.

Morre Steve Jobs…

 

 

 

 

 

 

 

Certa vez vi o comentário de um analista sobre a crise americana e a ascensão da economia chinesa.

 

Ele dizia que os Estados Unidos permaneceriam sendo a grande potência econômica por sua capacidade de criação, enquanto a China estaria sempre satisfeita em copiar. O mundo é de quem cria, dizia ele.

 

Como se as maiores invenções da humanidade  não tivessem sido criadas na china.

 

E como se a transformação de uma economia agrária na maior potência industrial do planeta a partir da incorporação da capacidade produtiva dos países ricos que desejavam se livrar dos “transtornos” dos trabalhadores operários não fosse uma criação ou recriação em si mesma.

 

Mas os EUA acabam de perder o maior empresário dos últimos anos, Steve Jobs.

 

A morte prematura deste talentoso executivo causa perplexidade, principalmente porque ela ocorre justamente nos piores dias da economia norte-americana desde a crise de 1929.

 

Se muitos comentam a possível queda da hegemonia estadunidense, a perda do maior nome da criação industrial deste século certamente deixa um vazio ainda maior na maior economia global.

 

Enquanto muito se discute sobre a crise econômica mundial, fica claro que esta moléstia somente poderá ser superada caso haja uma solução para a crise política nos países ricos.

 

Steve Jobs foi mais que um empresário, foi um líder que inspirou toda uma geração em um mundo escasso de estadistas.

 

O governo Bush foi uma tragédia, principalmente para os próprios Estados Unidos. Barack Obama, até então, tem sido uma imensa decepção. Ele e os principais líderes europeus estão perplexos tentando se safar de uma quebradeira geral, mas sem coragem para transformarem as bases da economia neoliberal que deteriora o capitalismo global.

 

O cenário é horroroso porque a oposição aos atuais governos, em sua grande maioria, é composta por políticos ainda mais conservadores e míopes.

 

Enquanto Jobs criava, a economia do atlântico norte se organizava (ou se desorganizava) com executivos planilheiros capazes apenas de cambiar papeis, títulos e ações. Levantar mais e mais capitais sem que houvesse uma equivalência deste montante em produção e trabalho. Valia de tudo na farra especulativa. Balanços falsos e muito dinheiro dos governos para cobrir o rombo dos yuppies canalhas e incompetentes.

 

As criações de Steve Jobs garantiram o crescimento econômico asiático onde as mercadorias eram produzidas. Para Estados Unidos e Europa, os trabalhadores industriais tornaram-se um gasto desnecessário. Trabalhadores reclamam, fazem greve, se aposentam e pedem garantias demais.

 

Não é difícil entender porque durante a era Jobs foi cavada uma profunda cova pelos financistas neoliberais que torna tão difícil a recuperação nestes países onde  a renda do trabalhador está achatada e o mercado financeiro represa as riquezas.

 

Num mundo tão opaco de estadistas não é de se surpreender que a perda de um empresário cause tanta comoção mundial.

 

O criador se foi. Agora restam os pragmáticos especuladores.

 

 

 

 

 

 

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