O Marco Civil na Internet, seus direitos e deveres !

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Depois de ler a proposta do Marco Civil na Internet e coletar informações (e visões sobre o tema), segue abaixo algumas de minhas considerações. 
Aproveito para deixar claro que esta lei que tramita NÃO PRETENDE IMPEDIR AS PESSOAS DE ACESSAREM INFORMAÇÕES NEM VISA TRANSFORMAR O BRASIL NUMA DITADURA. Portanto, antes de jogarem falácias e mentiras (atitude na qual seria passível de punição) para seus amigos, pensem em se informar antes. 

1 – Privacidade
O Marco Civil determina que as comunicações dos usuários da internet não pode ser violada. Provedores de acesso à internet serão obrigados a guardar os registros das horas de acesso e do fim da conexão dos usuários pelo prazo de um ano, mas isso deve ser feito em ambiente controlado. A responsabilidade por esse controle não deverá ser delegada a outras empresas. PORTANTO, AS EMPRESAS NÃO PODERÃO ACESSAR O QUE VOCÊ ESCREVE E/OU O QUE VOCÊ ACESSA, SALVO EXPRESSO EM CONTRATO.

A Constituição e o Código de Defesa do Consumidor defendem de forma genérica a privacidade e o Marco Civil é o primeiro documento à versar especificamente sobre esse tópico.

2 – Dados pessoais
O Marco Civil traz regras sobre quais dados podem ser coletados, quem pode coletar, qual a finalidade dessa coleta de dados, como esses dados podem ser compartilhados, com quem podem e com quem não podem ser compartilhados, como devem ser guardados, como devem ser protegidos. Ou seja, OS PROVEDORES DE INTERNET (EMPRESAS E GOVERNO) NÃO PODERÃO COLETAR SEUS DADOS DE FORMA PESSOAL. Pra quem acha que mesmo assim terão seus dados “fuçados”, uma coisa: Diversas empresas coletam seus dados de formas anônimas desde antes da internet. Empresas de cartões de crédito são profissionais em ter dados de consumo e etc.

3 – Armazenamento de dados
De acordo com o que está escrito na lei, o Executivo poderá obrigar as empresas que oferecem acesso à internet, bem como os principais sites à armazenar e gerenciar os dados aqui no Brasil. Isso vai servir para dar garantias jurídicas ao indivíduo caso ele tenha suas informações violadas (um dos principais casos, sem dúvida alguma, é o de fotos de pessoas nuas zanzando pra lá e pra cá). Estas empresas e sites serão consideradas de acordo com seu porte e também sua finalidade econômica (e sim, o Facebook é uma empresa e não um lugar de lazer somente). BLOGS E SITES DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE NÃO SERÃO FECHADOS NEM MUITO MENOS VIGIADOS PELAS EMPRESAS E/OU GOVERNOS.

4 – Internet livre
As provedoras de internet NÃO PODERÃO OFERECER PLANOS DE ACESSOS QUE LIMITEM A UTILIZAÇÃO DA INTERNET, IMPEDINDO QUE USUÁRIOS ENTREM/UTILIZEM SOMENTE EM UM TIPO DE INFORMAÇÃO (SOMENTE E-MAIL, SOMENTE FACEBOOK, ETC). Esta é a chamada neutralidade de rede, tema que tem contrariado as empresas de telecomunicações. Oferecer pacotes com diferentes velocidades de acesso continua sendo uma prática permitida (e até certo ponto fomentada), mas as empresas (e o governo) NÃO PODERÃO IMPEDIR OS USUÁRIOS DE ACESSAREM O CONTEÚDO QUE SENTIREM SER MAIS IMPORTANTE/RELEVANTE.

5 – Fim do marketing dirigido
As empresas de acesso NÃO PODERÃO FUÇAR AS INFORMAÇÕES TROCADAS ENTRE USUÁRIOS. Há interesse em fazer isso com fins comerciais, como para publicidade, nos moldes do que Facebook e Google fazem para enviar anúncios aos seus usuários de acordo com as mensagens que trocam, MAS PARA QUE ISSO OCORRA, O USUÁRIO TERÁ DE ACEITAR FAZER PARTE DE TAL PROCEDIMENTO. Será proibido monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes, salvo em hipóteses previstas por lei.

6 – LIBERDADE DE EXPRESSÃO (O PONTO MAIS IMPORTANTE)
Provedores de conexão à web e aplicações na internet não serão responsabilizados pelo uso que os internautas fizerem da rede. Conteúdos publicados pelos usuários só serão retirados, obrigatoriamente, após ordem judicial. As entidades que oferecem conteúdo e aplicações serão responsabilizadas por danos gerados por terceiros apenas se não acatarem a ordem judicial.
PORTANTO, VOCÊ PASSA A SER RESPONSÁVEL (COMO JÁ É NO MUNDO “REAL”) PELAS OPINIÕES QUE TEM/REPASSA/COMPARTILHA E PODERÁ SER PUNIDO DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO CÍVEL E CRIMINAL. INJÚRIAS, CALÚNIAS E DIFAMAÇÕES FEITAS NO AMBIENTE ONLINE PASSAM A SER PROCESSADAS MAIS FORTEMENTE.

Caso alguém queira ler sobre a proposta, eis ela, na íntegra e sem rodeios. 

 

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=912989&filename=PL%40126%2F201

Estou aberto ao debate e confronto de ideias, desde que eles não sejam mal educados e reduzidos à uma questão partidária/política.

Isso é de interesse de todos.

5 inovações que mudarão o mundo

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Nos próximos anos, tecnologias capazes de aprender beneficiarão estudantes, pacientes, varejistas e cidadão

Em um futuro próximo, tudo será capaz de aprender, graças a uma nova era de sistemas cognitivos. Máquinas, que hoje só atendem ao nosso comando, irão raciocinar e interagir com os humanos de uma forma mais natural e personalizada.

Isso é o que mostra a oitava edição do IBM 5 in 5, uma lista com as cinco inovações que têm potencial de mudar o modo como as pessoas trabalham, vivem e interagem nos próximos cinco anos.

Abaixo, as cinco previsões que definirão o futuro:

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1) A sala de aula aprenderá sobre cada aluno: 

A escola do futuro vai fornecer aos educadores as ferramentas necessárias para aprender sobre todos os alunos de maneira individualizada, proporcionando-lhes um currículo adaptado desde o jardim de infância até o ensino médio, chegando até a fase de ingressar no mercado de trabalho. Nos próximos cinco anos, a sala de aula vai aprender sobre cada aluno, utilizando dados longitudinais, como os resultados dos testes, assiduidade e comportamento do aluno em plataformas de e-learning. Esse aprendizado também será desenvolvido no decorrer da sua educação escolar, ajudando os alunos a dominar as habilidades essenciais para atender seus objetivos.

2) Compras em lojas físicas voltarão a prevalecer:  

As vendas online superaram US$ 1 trilhão mundialmente pela primeira vez no ano passado, e estão crescendo mais rápido do que em lojas físicas. No entanto, em cinco anos, as compras em lojas físicas voltarão a se destacar. Varejistas experientes usarão o imediatismo do estabelecimento e a proximidade com os clientes para criar experiências que não podem ser replicadas por lojas online. Os lojistas poderão contar com tecnologias como a do Watson para equipar as equipes de vendas, tornando cada vendedor um especialista sobre cada produto na loja. Como os dispositivos móveis permitem que os usuários compartilhem diversos aspectos da sua vida, os varejistas poderão antecipar com incrível precisão os produtos que um cliente mais quer e precisa.

3) Médicos usarão o DNA para vencer o câncer: 

Em cinco anos, os avanços na análise de dados e grandes sistemas cognitivos, juntamente com avanços em pesquisas e testes de genomas, poderão ajudar os médicos a diagnosticar com precisão o câncer e criar planos de tratamento personalizados para milhões de pacientes em todo o mundo. Máquinas inteligentes levarão a saída do sequenciamento do genoma completo e vasculharão vastos repositórios de registros médicos e publicações para aprender e, rapidamente, fornecer conhecimentos específicos e acionáveis sobre as opções de tratamento para os oncologistas.

4) Um guardião digital irá protegê-lo online:

Em cinco anos, cada um de nós será protegido por nosso próprio guardião digital, que irá oferecer um novo patamar de proteção contra roubo de identidade. A segurança irá incorporar dados de contexto, situação e histórico para verificar a identidade de uma pessoa em dispositivos diferentes. Ao aprender sobre usuários, um guardião digital pode fazer inferências sobre o que é uma atividade normal e o que não, atuando como orientador quando isso for desejado.

5) As cidades serão inteligentes:

Computadores vão aprender a entender o que as pessoas precisam, o que gostam, o que fazem e como se movem de um lugar para outro. Os dispositivos móveis e o engajamento social permitirão aos cidadãos construir relacionamento direto com os líderes da cidade, para que suas vozes sejam ouvidas não só no dia da eleição, mas sempre. Em Uganda, a Unicef está colaborando com a IBM numa ferramenta de engajamento social que permite aos jovens se comunicar com o governo e líderes comunitários sobre questões que afetam suas vidas. Este tipo de ferramenta se tornará comum para ajudar líderes das cidades a identificar as principais preocupações ou assuntos urgentes e, imediatamente, tomar ação onde for necessário.

 

 

O aclamado O Lobo de Wall Street !

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Finalmente eu consegui assistir o aclamado O Lobo de Wall Street!

Depois de ver praticamente todas as pessoas da área de negócio que sigo postarem comentários sobre o longa, chegou a minha hora de prestigiar o épico filme do diretor Martin Scorsese, e que contou com mais uma brilhante apresentação do ator Leonardo DiCaprio, ambos indicados ao Oscar. Já não aguentava mais tanta angustia!

Para quem ainda não ouviu falar, O Lobo de Wall Street conta a real história de um corretor de ações americano chamado Jordan Belfort, que entre os 26 e os 36 anos somou uma fortuna de bilhões de dólares.

Interpretado por DiCaprio, Belfort torna-se um aventureiro que cresce por méritos próprios, nem sempre dentro da lei, e que se esbalda na vida dos sonhos de todo playboy: festas alucinantes, mulheres lindas, bebidas aos montes e o direito adquirido por seu status de milionário de falar o que quiser, para quem quiser, na hora em que quiser.

É válido lembrar que o filme também sofreu diversas críticas. Muitas das vítimas de Jordan acusaram Scorsese de vangloriar uma pessoa que literalmente rasga dinheiro, trata mal as mulheres e se orgulha de enganar os outros. Obviamente, vou deixar esse delicado assunto de lado. O que me interessa aqui são as lições que esse filme ensina a todos nós gestores.

O Lobo de Wall Street mostra fielmente o retrato do mundo capitalista no qual vivemos, onde dinheiro, status, mulheres e luxo nunca são demais, não importa o quanto você já os tenha. Quem não se identifica com essa visão do capitalismo, com certeza se ofenderá com o filme.

Doa a quem doer, o fato é que REALMENTE existem pessoas que são EXCLUSIVAMENTE movidas pelo dinheiro. Para elas, não existe esse negócio de satisfazer o cliente sustentavelmente, pensando no seu bem-estar a longo prazo, como nos é ensinado em salas de aula. Se elas tiverem que vender algo que nunca utilizarão, mesmo sabendo que isso prejudicará o seu cliente futuramente, elas venderão, e ponto.

Eu mesmo já conheci uma pessoa assim e aposto que você também conhece!

O filme mostra esse fato de uma forma hilária, quando o próprio Jordan, no início de carreira, pergunta para o seu chefe se vender ações ruins não seria uma atitude incorreta, alegando que “se o nosso cliente lucrar, por consequência, nós também iremos lucrar”. Quando o chefe dele responde que “o importante é que no final do dia o dinheiro esteja no seu bolso, não importa como”, o jovem corretor logo começa a entender as regras de Wall Street.

Mas as melhores partes são mesmo as reuniões de vendas que Jordan conduz! As cenas são ESPETACULARES, você NUNCA aprenderá aquilo em uma sala de aula. Se até eu, como espectador, fiquei com vontade de pegar o telefone e sair discando para realizar vendas, imagine as pessoas que trabalhavam com ele e que ganhavam uma fortuna para fazer isso?

E como não se emocionar quando ele discursou contando a história de sua funcionária, que entrou em sua companhia sem um tostão no bolso, e que poucos anos depois, já ostentava uma vida luxuosa, tudo com base em seu próprio mérito?

Só para você ter o gosto, deixo aqui uma das frases que mais marcaram a carreira de Jordan Belfort, pronunciada em uma reunião de vendas:

“Deixe-me contar uma coisa. Não há nobreza alguma na pobreza. Já fui pobre e já fui rico. E escolho ser rico toda a porra do tempo!”

Outro detalhe importante, para quem acha que premiar seus vendedores com prostitutas após eles cumprirem suas metas é coisa de cinema, está completamente enganado. 

Para terminar, a cena na qual ele desafia as pessoas a lhe venderem uma caneta é maravilhosa! Enquanto todos usam os mesmos argumentos destacando os benefícios que a caneta oferece, o funcionário contratado por Jordan vai na contramão de tudo isso e diz:

“Jordan, escreva o seu nome nesse guardanapo”.
Belfort responde: “Eu não posso, eu não tenho uma caneta”.
E o funcionário conclui: “Exatamente, é a lei da oferta e da demanda”.

A lição dessa cena é muito clara: adapte o seu discurso de vendas para os problemas do seu cliente, crie demanda para a sua oferta, e não simplesmente vomite benefícios do seu produto. (Para entender melhor sobre esse assunto, recomendo a leitura do texto Não, as pessoas não compram produtos).

Em minha opinião, todo gestor que se preze deveria não só assistir, mas também recomendar que todos os seus funcionários assistam o Lobo de Wall Street. Melhor ainda se todos se reunissem para debater o filme em seguida.

Obs: Após ser preso por diversas acusações, hoje Jordan Belfort ganha a vida como palestrante motivacional.

Mudanças no Gmail : Um novo desafio para o E-mail Marketing

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As recentes mudanças na caixa de entrada do Gmail apresentam uma série de desafios para os profissionais do E-mail Marketing. A seguir gostaria de discutir alguns pontos sobre o impacto que essas modificações podem ter em sua campanha. 

A Nova Caixa de Entrada do Gmail
A nova caixa de entrada do Gmail está gerando dores de cabeça nos especialistas de E-mail Marketing de todo o mundo. Houve uma série de modificações na forma de categorizar o e-mail que chega, subdividindo a caixa de entrada nas seguintes categorias:
Principal
Esta aba agrupa os e-mails enviados por nossos amigos, familiares e contatos principais.
Social
Aqui receberemos notificações e e-mails provenientes das diferentes redes sociais das quais participamos.
Promoções
Essa é a aba da discórdia. A ela estão sendo direcionados os e-mails promocionais e newsletters que são enviados ao nosso e-mail. Por sua vez, Gmail está também incluindo nesta aba promoções e publicidades próprias.
Fóruns e Notificações
A primeira incorpora conversações grupais e participações em fóruns. A segunda inclui avisos relacionados a compras e transações realizadas recentemente. Ambas se encontram desativadas por padrão.
Como essa Mudança Afeta o Desempenho de Nossas Campanhas?
Segundo um estudo (em espanhol) realizado recentemente pela organização argentina AMDIA, o deslocamento das campanhas de Email Marketing da aba Principal para a aba Promoções gerou uma diminuição da taxa de abertura (confira no gráfico abaixo).

Mesmo que isso não pareça ser somente um detalhe, há que se ter em conta que o impacto não seria drástico, uma vez que estaríamos falando de menos de 1 ponto percentual. Temos que esperar para saber como essas mudanças realmente influenciarão os resultados de nossas campanhas.

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Aba Promoções: Uma Perspectiva Otimista

Se olharmos de uma forma positiva, a caixa de entrada do Gmail representa mudanças úteis. Por que?

Filtros Anti-Spam: evita que a nossa campanha seja classificada como spam por engano, como acontecia muitas vezes, e a mantém dentro do raio central de visibilidade do usuário, impedindo que seja enviada para a pasta Spam e colocada no mesmo nível de e-mails enviados sem a permissão do usuário.

Conteúdo Relevante: reafirma a importância da geração de conteúdo relevante, personalizado e adaptado às necessidades e interesses de nossos cadastrados.

Marketing de Permissão: confirma o peso de que para Google é importante que exista uma permissão explícita do cadastrado para o recebimento do e-mail.

Como reposicionar a nossa campanha de E-mail Marketing na Aba Principal?

Essa é sem dúvida a pergunta que muitos fazem hoje em dia. Embora ainda não se haja encontrado a saída ideal para facilitar esse processo, existem as seguintes alternativas para induzir o seu cadastrado a que modifique as suas configurações:

- Que mova manualmente o nosso e-mail da aba Promoções até a Principal.

- Que marque o nosso e-mail como destacado (ativando a estrela amarela) e opte para que apareça em Principal.

- Que desative a aba Promoções (o qual parece um pouco utópico) para que desta forma todos esses e-mails se redirecionem à aba Principal.

Conclusões :

Por agora o panorama é incerto. Devemos esperar um pouco mais para poder tirar melhores conclusões sobre o impacto que esta medida possa chegar a ter em nossas campanhas. De qualquer forma, espera-se que apareçam formas muito mais simples e automatizáveis para facilitar com que os cadastrados façam a opção por incluir nossas mensagens na aba Principal.

Enquanto isso sejamos otimistas e mais do que nunca apostemos em um conteúdo de qualidade (personalizado e segmentado) e no marketing de permissão. Dessa forma conseguiremos fidelizar o nosso público-alvo e maximizar a taxa de abertura de nossos envios.

A Internet tornou-se o segundo veículo de informação

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A Internet já passou o rádio e se consolidou como o segundo meio mais consultado pelos brasileiros atrás de informação – perdendo apenas para a TV aberta.

É a conclusão da “Pesquisa Brasileira de Mídia 2013″, um amplo trabalho do Ibope Inteligência contratado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) para balizar sua estratégia de comunicação.

Houve entrevistas nos 27 estados nacionais, com um total de 18.312 entrevistados em 848 municípios, com uma margem de erro de um ponto.

A ponderação dos entrevistados foi por sexo, grupos de idade, instrução e atividade.

Cada entrevistado poderia indicar até três meios de comunicação preferidos. em uma lista que incluía TV aberta, Internet, rádio, jornal impresso, revista impressa.

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A primeira questão foi sobre o meio de comunicação mais usado. Pela ordem de preferência:

1. TV aberta, com 78% de primeira opção, 13% de segunda e 2% dse terceira.

2. Internet, com 12% de primeira opção, 17% de segunda e 9% de terceira.

3. Rádio, com 8% de primeira opção, 32% de segunda e 6% de terceira.

4. Jornal impresso, com 1% de primeira opção, 5% de segunda e 7% de terceira.

5. Revista impressa, com 1% de segunda opção e 2% de terceira opção.

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A segunda questão foi sobre o meio de comunicação mais usado para se informar sobre o Brasil.

A única mudança relevante é no item rádio, que 6% apresentam como primeira opção de informação e 22% como segunda. A diferença de 32% para 22% como segunda opção provavelmentte se deve aos que usam o rádio como entretenimento apenas.

No caso das revistas, o percentual dos que a usam para se informar cai para zero porcento como primeira e segunda opção; e para 1% como terceira opção.

 

Por faixa etária, os dados surpreendem.

Na faixa de 16 a 25 anos, depois da TV aberta, há um franco predomínio da internet. 25% das pessoas consultadas a consideram como primeira opção de uso, contra 4% do rádio e zero porcento de jornais impressos e revistas.

Até a faixa de 55 anos, a Internet supera o rádio e até a faixa dos 65 anos supera os jornais impressos. É superada levemente pelos jornais impressos na faixa de mais de 65 anos – mas apenas 2% dos leitores dessa idade privilegiam os jornais.

Embora preponderante em todas as faixas de idade, é significativo o fato de que enquanto 85% do público com mais de 65 anos trata a televisão como primeira opção, para a faixa dos 16 aos 25 anos esse percentual cai para 70%.

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No recorte por renda, a Internet cresce expressivamente nas faixas de maior renda.

Para a faixa até um salário mínimo, a primeira opção é a TV aberta, com 83%; a segunda é o rádio, com 10%; a terceira, a internet, com 5%; jornais e revistas impressos tem menos de 1%.

Quando se salta para o outro extremo, de renda superior a 5 SM, a TV cai para 65%, a internet sobe para 25%, o rádio cai para 6%, jornais impressos para 3% e revista impressa continua abaixo de 1%.

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Na frequência de uso, a internet também supera o rádio. 65% dos que preferem a TV assistem todos os dias da semana, contra  19% do rádio, 25% da Internet, 5% dos que lêem jornal e 1% dos que lêem revista.

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Na média de uso por dia, a Internet é campeão. A Internet é usada 3:48 horas por dia no final de semana, 3:44 horas durante a semana, contra 3:27 da TV no final de semana e 3:25 durante a semana.

 

* Fonte : Jorna GGN

A Revista Time elenca alguns produtos que não existirão mais daqui 5 anos.

A revista Time fez uma lista de 5 produtos que ela acredita não existirão mais daqui a cinco anos.

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Confira :

Câmeras digitais low-end

A versão 2010 do iPhone 4 e sua câmera forçaram a indústria móvel para intensificar a qualidade da câmera para o ponto que tornou sub-$ 200 câmeras point-and-shoot, mas tudo obsoleto. Em cinco anos, as empresas da câmera como a Nikon, Canon e Sony terão acabado com as suas linhas de câmeras low-end e mudado o foco para o mercado mid-e high-end, com o mercado low-end tendo completamente dominado pelos smartphones

 As chaves do carro

Uma dos mais rápidas e menos discutidas mudanças ao longo dos últimos anos foi a redução de chaves do carro físicas e a introdução de chaves inteligentes em uma série de novos veículos pelos fabricantes. Surpreendentemente, o afastamento de chaves do carro físicas aconteceu sem muito barulho por parte dos consumidores. Em breve, smartphones poderão substituir até mesmo as chaves inteligentes. Com aplicativos como o OnStar RemoteLink oferecido pela Chevrolet , que permite desbloquear e ligar o carro. O futuro de chaves do carro pode estar em uma loja de aplicativos

Blu-ray/DVD
Como a facilidade de uso, acessibilidade e qualidade de Netflix em crescimento, o fim do Blu-ray e DVD está próximo

Unidades de GPS em carros
Em pouco mais de seis anos, mais de 1,3 bilhão de smartphones iPhone e Android foram vendidos em todo o mundo , e todos esses dispositivos têm acesso a software de GPS. Combine isso com a propagação de sistemas de GPS no carro , e explicita uma morte rápida para as unidades de painéis para veículos , que

Internet com acesso discado
Empresas de Internet estão se expandindo rapidamente, as pessoas estão economicamente ativas e exigindo o acesso a velocidades de banda larga
viram o sucesso generalizado no início e em meados da década de 2000 

 

Link Original 

RECEITA DE ANO NOVO – Carlos Drummond de Andrade

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Para você ganhar belíssimo Ano Novo  cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,

Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido  (mal vivido talvez ou sem sentido)

para você ganhar um ano  não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,

mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;  novo  até no coração das coisas menos percebidas

(a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,

mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,

não precisa expedir nem receber mensagens  (planta recebe mensagens?  passa telegramas?)

Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta.

Não precisa chorar arrependido pelas besteiras consumadas  nem parvamente acreditar que por decreto de esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa,

justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando

pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.