Personalize a experiência de seus clientes em todos os canais

Uma das principais tendências do varejo (físico e online) é a personalização da experiência de compra dos consumidores. Essa personalização deve ocorrer em todos pontos de contato entre marca e consumidor, como por exemplo no atendimento em loja física, em campanhas de mala direta, navegação no site, etc.

 

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Temos visto uma grande evolução, principalmente nos maiores varejistas, com relação a essa tendência, e ao que tudo indica o próximo passo será uma maior integração de dados dos diferentes canais para personalizar de forma ainda mais assertive toda experiência do cliente.

O consumidor deve tratado sob uma mesma ótica independente do canal utilizado pore le, e com o uso de tecnologias e ferramentas de CRM as empresas estão gerando uma grande evolução.

Os varejos estão utilizando dados de vendas em suas lojas físicas para oferecer produtos e serviços de suas lojas virtuais, estão captando dados em seus sites e programas de fidelidade para ter um maior conhecimento quando um cliente entra numa loja física, entre outros.

Para ilustrar essa importância, segue abaixo um infográfico publicado pelo blog Getelastic recentemente com alguns dados bem interessantes:

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1. 73% dos consumidores preferem experiências personalizadas no momento de compra;
2. 46% dos consumidores compram mais quando existe uma experiência personalizada entre canais;
3. 76% dos consumidores compram produtos com base nas recomendações dos vendedores;
4. 85% não tiveram notícias dos varejistas após terem se cadastrados no programa de fidelidade;
5. 54% dos clientes deixariam de participar do programa de fidelidade caso não recebem ofertas personalizadas.

 

Fonte: Enext

Não se gerencia o que não se mede, não se mede o que não se define, não se define o que não se entende, e não há sucesso no que não se gerencia

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Essa frase de Edward Deming, nunca esteve tão presente no varejo digital. No momento em que o mercado está em uma busca quase que desenfreada por rentabilidade, atuando em ações de mídia e marketing, investindo fortunas em plataformas e sistemas, acabam se esquecendo de olhar para dentro de casa.

Não estou dizendo que marketing e tecnologia não são cruciais para o sucesso de uma empresa no varejo digital, porém acredito no termo que utilizamos no nosso dia a dia e em nosso direcionamento de trabalho.

A rentabilidade de dentro para fora!

Medir faz toda a diferença. Medir permite identificar e analisar o desempenho dos processos, bem como as causas que levam a esse desempenho. Permite também, a execução da estratégia, a melhoria contínua e a previsibilidade. Pontos que colocam sua empresa na frente da concorrência.

Mas como definir as metas a serem medidas?

Um erro comum é confundir objetivos com metas. Objetivos são os fins, os resultados que uma organização deseja alcançar, devendo alocar recursos para que aconteçam. Já as metas, são objetivos quantificados e qualificados em termos de prazo, possibilitando o alinhamento dos esforços e dos recursos na organização.

Resumindo, os objetivos fornecem uma direção, enquanto as metas são objetivos quantificados.

Para criar uma meta é preciso que três elementos estejam sendo discutidos:

Meta = Objetivo + Valor + Prazo

Objetivo a ser almejado, medido através do indicador + Número desejado de desempenho do indicador + Tempo no qual se espera o alcance do valor.

Exemplificando: Meta = Alcançar uma taxa de recompra de 50% até agosto de 2014.

Mas como definir os indicadores?

Para isso é necessário analisar/revisar, ou até desenhar seus processos.

Seus processos atendem sua estratégia? Eles priorizam potenciais de ganho? Determinam o melhor caminho?  São customizados ou iguais aos de “todos”?

Caso a resposta seja não, revise seus processos!

Defina seus indicadores de modo que reflitam seus objetivos estratégicos e a partir dos objetivos estratégicos, desdobre-os até o nível operacional.

Como dica, tenha cuidado ao criar um indicador:

Não meça somente sistemas organizacionais sem associar às estratégias globais, ou então para cortar custos ao em vez de melhorar desempenho e nem com objetivo de avaliar indivíduos.

Métricas não são apenas para gestão de mídia!

  • São imprescindível para qualquer empresa, não importa o tamanho.
  • Servem para avaliar se empresa está indo bem e quais aspectos podem ser melhorados.
  • Propicia decisões rápidas e muito bem direcionadas.

Não existe fórmula pronta, é preciso MAPEAR seus processos para poder mensurá-los!

Um dos maiores inimigos da manutenção da gestão por indicadores é a preguiça e falta de ação em cima das informações obtidas nos relatórios, por isso implantar uma sistemática de gestão que permita acompanhar, estruture rituais de acompanhamento dos resultados.

Crie planos de ação, acompanhe o resultado, verifique e trabalhe nos ajustes ou na manutenção do resultado.

O grande segredo do e-commerce é entender que não é e-commerce. É varejo!

5 clichês que sua startup precisa abandonar hoje

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Sua ideia é mais inovadora?

Talvez seja hora de repensar esse e outros clichês para fazer o negócio crescer

Da garagem de casa, um grupo de empreendedores, sem tirar os olhos das telas dos computadores, sonha em ser o novo Instagram ou Waze. Bilhões de dólares em aquisições e muito glamour são apostas quase certas. “Os cases de startups que explodem e são um sucesso são raros. É preciso trabalhar e dedicar muito ao negócio”, diz Camila Farani, diretora no Gávea Angels e co-fundadora do Lab22. Para ela, o mundo do empreendedorismo digital está glamourizado até demais.

Para atrair consumidores, muitos empreendedores recorrem a ações de marketing nas redes sociais, mas não vão para rua apresentar seu produto ou serviço. “Você pode ir até uma associação comercial e fazer uma parceria para vender seu produto”, ensina Guilherme Junqueira, diretor executivo da Associação Brasileira de Startups (ABStartups). Ele afirma que é um clichê que as ações de marketing de uma startup tenham que ficar concentradas na internet. Veja esse e outros clichês que os empreendedores do meio ainda acreditam, mas precisam abandonar de vez, o quanto antes.

1. Não contar a ideia a ninguém

Compartilhar a ideia de negócio com outras pessoas é a forma mais barata e fácil de desenvolver o produto ou serviço. O medo de que outros empreendedores copiem a ideia pode acabar travando o desenvolvimento do negócio.

“Você pode encontrar alguém que melhore a sua ideia ou que tenha a mesma visão que você”, diz Junqueira. Ele conta que investidores focam no poder de execução do empreendedor e não na ideia que ele não quer compartilhar com qualquer pessoa.

2. A sua ideia é muito inovadora

Muitos empreendedores clamam que a sua ideia é a mais inovadora, mas a maioria faz esse tipo de afirmação sem nenhum embasamento de pesquisa ou números de mercado. “É uma das formas para persuadir o investidor, mas o investidor experiente consegue identificar se a ideia é realmente inovadora”, diz Camila.

3. Precisa de muito dinheiro para montar a startup

Existem várias maneiras para captar recursos e colocar a sua ideia de negócio em ação. Incubadoras, universidades e crowdfunding são alguns exemplos para quem ainda está apenas começando.

Junqueira explica que muitos empreendedores acreditam que a construção de um protótipo só é possível se tiver um investimento. “Eu pergunto: ‘você tem carro? Por que você não vende e usa o dinheiro para testar a sua ideia?‘. Ele não quer correr o risco, mas quer terceirizar esse risco”, conta.

4. Startup não é empresa

O sucesso e a consistência de uma startup dependem da sua equipe e da capacidade de gestão do líder. “Ele acha que é muito diferente ter uma padaria e ter uma startup. Mas, chega a um determinado momento que não é”, afirma Junqueira. Eventualmente, donos de startups terão que lidar com burocracias como qualquer outra empresa e o empreendedor precisa ter noções de gestão.

5. Precisa saber de programação

A maioria das startups necessita de programadores ou desenvolvedores para que a ideia de negócio saia do papel. Mas, é um clichê acreditar que o empreendedor que não domina essa área precisa aprender para fazer a ideia dar certo. “Você não precisa saber tudo de desenvolvimento, pode buscar um sócio que domine essa área”, diz Junqueira.

Fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/5-cliches-que-sua-startup-precisa-abandonar-hoje?page=1

Big Data – Análise de dados Implícitos e Explícitos

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A Internet tem se tornado o local onde uma massiva quantidade de dados é gerada a cada dia. Isto é Big Data, não apenas um conceito abstrato criado pelo universo de Tecnologia da Informação, mas uma forte tendência de crescimento da pulsante atividade digital. Em um minuto, mais de 2 milhões de buscas são feitas no Google, e mais de US$ 250 milhões são gastos por consumidores. Usuários do Twitter enviam mais de 100 mil tweets pelo mundo.

Hoje, com a análise de dados Implícitos e Explícitos, é possível entender muito do seu negócio, do mercado, do hábito de consumo dos seus clientes, tendências e sim, sair na frente com isso.

Os Dados Implícitos e suas funcionalidades

Big Data é composto por dois diferentes tipos de dados: os Implícitos e os Explícitos. Dados implícitos são aqueles coletados sem que necessariamente se tenha a anuência das pessoas durante um processo de análise. Por este fato, pode carregar consigo uma conotação sombria – muitas vezes apelidada de “Big Brother”, “Big Oil” e “Big Government”, por exemplo.

Com estes dados, as empresas passam a conhecer os hábitos de seus clientes e, desta forma, muitas vezes, conseguem prever suas próximas ações. Cada bloco de dado disponível está sendo destrinchado e esmiuçado para posterior análise. Os maiores varejistas, das cadeias de supermercados aos bancos de investimentos, têm uma área de “análise preditiva”, focada não apenas em entender os hábitos de compras dos consumidores, mas também seus hábitos pessoais, buscando assim uma forma mais eficiente de comunicar e vender para eles.

Apesar da coleta de Dados Implícitos ser a mais utilizada, pelo fato de que as informações podem ser obtidas em grande escala, você nunca saberá se suas predições estão corretas. Isto porque eles são baseados na coleta passiva dos hábitos e comportamentos das pessoas. E é exatamente por isso que não são 100% à prova de falhas.

Com esse tipo de dados, não é possível para qualquer varejista saber se uma avó está comprando um presente de aniversário para seu neto ou para si própria. Da mesma forma, este varejista não consegue saber se você está comprando um livro para você ou como presente para um amigo. E, independentemente do quão genial seja o analista, ele nunca conseguirá sugerir uma música certa sem PERGUNTAR para a pessoa se determinado ritmo lhe agrada. Sendo assim, a dica é: apenas pergunte. O simples ato de formular uma pergunta específica nos leva para os Dados Explícitos.

E os Dados Explícitos? Como eles podem ajudar nos seus negócios?

Historicamente, Dados Explícitos custam caro e demandam muito tempo para serem apurados. Estes são os motivos por que tradicionalmente os Dados Implícitos acabam recebendo uma grande relevância nas análises de Big Data. Entretanto, a tecnologia tem mudado isto. A internet permite que as empresas obtenham Dados Explícitos em grande escala, por meio de uma variedade de plataformas. Isto está dando poder aos consumidores e esclarecimento às companhias. Quando você responde uma pesquisa, avalia um negócio, dá um “curtir” em uma marca, escreve uma resenha sobre um restaurante, um livro ou um serviço, você está contribuindo para gerar Dados Explícitos.

Um exemplo disto é o que ocorreu com a Ford antes da crise financeira, quando os dados sobre vendas de carros do tipo SUV demonstraram que a grande demanda por esta categoria continuaria nos Estados Unidos. Entretanto, a Ford teve a “clarividência” em apostar no investimento em carros menores e econômicos. Como? A empresa coletou feedback dos consumidores e usou estes dados em adição às informações de vendas para desenvolver seus novos carros e planejamentos. Esta decisão foi provavelmente o motivo da Ford não precisar de ajuda governamental, o que aconteceu com a maioria das montadoras durante o período.

A grande verdade é que Dados Implícitos e Explícitos devem trabalhar juntos, complementando-se. Os Dados Implícitos incluem, por exemplo, número de perguntas realizadas, número de pesquisas diárias, pacotes de preços, conversão de planos gratuitos em pagos, entre outros. Estas informações são cruzadas com dados conseguidos por meio de pesquisas, referentes à satisfação do cliente, cancelamento de plano ou feedback sobre o produto.

Usar apenas um tipo de dado é perigoso. Verifique os Dados Implícitos e os Dados Explícitos. Analise seus dados, mas não se esqueça de perguntar “Por quê?”. Dados Implícitos são o “O quê”. Dados Explícitos são o “Por quê”. Um sempre será importante para sustentar o que se extrai do outro.

Regule seu sono com a Melatonina

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Você já ouviu falar na melatonina? É um hormônio que o nosso corpo produz naturalmente, mas que também pode ser encontrado numa versão sintética, para ser ingerido como suplemento. Se você sofre de insônia e gostaria de regular seu sono, eis um bom suplemento para te colocar no eixo.

Como atua a melatonina

A melatonina é um hormônio secretado naturalmente pela glândula pineal, que fica localizada no cérebro. Ela é produzida quando há ausência de luz e sua função mais estudada e conhecida é a de regular o relógio biológico, fazendo com que tenhamos sono a noite e mais disposição pela manhã.

Numa pessoa com os horários biológicos normais, acordando pela manhã e dormindo pela noite, o pico natural de produção de melatonina varia entre 2 e 3 horas da manhã.

Existem alguns fatores que podem levar a redução dos níveis de melatonina. O primeiro é uma alteração na rotina natural do corpo humano, o que acontece em pessoas que trabalham no turno da noite e dormem de dia. Isso acontece porque a luz, mesmo artificial, inibe a produção da melatonina. O envelhecimento também leva a redução da produção do hormônio. Outro fator, este mais temporário, é o famoso jet-lag. Ele ocorre quando fazemos uma viagem para um local com fuso-horário muito diferente do país original.

A versão sintética do hormônio atua exatamente nas funções de regulação do relógio biológico, induzindo o sono e fazendo com que se tenha um ciclo de sono mais reparador e profundo.

Realmente funciona?

Sim! Existem muitos trabalhos científicos que comprovam a eficácia da administração da melatonina no combate à insônia. A suplementação do hormônio ajuda a regular o relógio biológico do corpo, tornando mais eficientes as funções cerebrais que levam ao sono no período da noite. É ideal para quem tem o sono muito agitado ou dificuldades para dormir.

A eficácia para os viajantes é largamente conhecida. Não à toa, a melatonina já é usada por pilotos de avião e tripulação há pelo menos duas décadas. O suplemento ajuda a reverter rapidamente os muito desagradáveis efeitos do jet-lag. E quem viaja muito sabe: esses efeitos podem durar vários dias.

Preparação

Durante muito tempo tive dificuldades para dormir. Posso garantir que a Melatonina foi uma das grandes responsáveis por me auxiliar a aprender a dormir. Como eu sempre digo, sou contra a ingestão de qualquer tipo de medicamento se existe qualquer alternativa natural.

Dormir é uma questão de preparação e a maioria das pessoas não sabe se preparar para dormir. Primeiro garanta que você tenha um ambiente com as seguintes características:

  • Silêncio
  • Ausência de luz
  • Uma cama confortável (confortável não significa mole, a minha por exemplo é ortopédica e bem firme).
  • Temperatura regulada

Deite com o estômago não muito cheio e depois é só relaxar. Televisão, computador, celular ou tablet são as piores coisas para preparar você para relaxar. Uma música calma ou um audiobook, te permite fechar os olhos e se concentrar em algo (uso este fone para dormir: http://www.sleepphones.com), isso induz a produção da melatonina naturalmente que induzirá o sono. Ou quem sabe leia um livro por alguns minutos, depois feche os olhos e tente dormir.

No auge do meu distúrbio do sono, tomei Melatonina por aproximadamente um ano, quase que diariamente. Este processo foi fundamental para que eu pudesse regular meu sono e aprender a dormir bem. Atualmente eu raramente utilizo melatonina, limito o uso a viagens para evitar jet-lag ou dias que estou muito cansado e muito agitado para dormir.

Benefícios além do sono

Recentemente pesquisas científicas vêm mostrando vários outros benefícios da melatonina além do controle dos ciclos do sono. Os mais impressionantes são os referentes a melhora do sistema imunológico, redução do envelhecimento das células e até mesmo a possibilidade de prevenir o câncer.

Outros estudos apontam ainda a prevenção de infartos, redução da hipertensão arterial durante a noite e até mesmo a depressão. Esses e outros benefícios recentemente levaram algumas publicações pelo mundo a chamar a melatonina de superremédio.

Principais cuidados

Como qualquer hormônio exógeno, a melatonina exige alguns cuidados. Primeiramente, as mulheres grávidas ou que estejam amamentando não devem tomá-la. Assim como em crianças e adolescentes com menos de 12 anos. Pessoas com diabetes, hipertensão ou depressão também devem consultar o médico para analisar possíveis interações com os medicamentos que tomam.

A maioria dos efeitos colaterais da melatonina acontecem quando ela é tomada em excesso. A dose recomendada costuma variar entre 2 e 10mg. Os efeitos colaterais, em sua maioria, cessam assim que se suspende a ingestão do hormônio e incluem dores de cabeça, fadiga, sonolência pela manhã, irritabilidade e dores de estômago. Se sentir qualquer um desses sintomas, suspenda a melatonina imediatamente.

Onde comprar ?

No Brasil não é das tarefas mais fáceis comprar melatonina, só consegui através do meu médico, mas foi um fortuna. Nos Estados Unidos você encontrará em qualquer supermercado ou farmácia a partir de U$10,00. Também encontrará em diversos sites que entregam no Brasil, um exemplo é o iHerb (http://www.iherb.com).

Lembre-se: não sou médico e não recomendo a utilização de qualquer remédio ou suplemento. Este artigo é apenas informativo, se você está com qualquer distúrbio do sono, busque um médico.

O Marco Civil na Internet, seus direitos e deveres !

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Depois de ler a proposta do Marco Civil na Internet e coletar informações (e visões sobre o tema), segue abaixo algumas de minhas considerações. 
Aproveito para deixar claro que esta lei que tramita NÃO PRETENDE IMPEDIR AS PESSOAS DE ACESSAREM INFORMAÇÕES NEM VISA TRANSFORMAR O BRASIL NUMA DITADURA. Portanto, antes de jogarem falácias e mentiras (atitude na qual seria passível de punição) para seus amigos, pensem em se informar antes. 

1 – Privacidade
O Marco Civil determina que as comunicações dos usuários da internet não pode ser violada. Provedores de acesso à internet serão obrigados a guardar os registros das horas de acesso e do fim da conexão dos usuários pelo prazo de um ano, mas isso deve ser feito em ambiente controlado. A responsabilidade por esse controle não deverá ser delegada a outras empresas. PORTANTO, AS EMPRESAS NÃO PODERÃO ACESSAR O QUE VOCÊ ESCREVE E/OU O QUE VOCÊ ACESSA, SALVO EXPRESSO EM CONTRATO.

A Constituição e o Código de Defesa do Consumidor defendem de forma genérica a privacidade e o Marco Civil é o primeiro documento à versar especificamente sobre esse tópico.

2 – Dados pessoais
O Marco Civil traz regras sobre quais dados podem ser coletados, quem pode coletar, qual a finalidade dessa coleta de dados, como esses dados podem ser compartilhados, com quem podem e com quem não podem ser compartilhados, como devem ser guardados, como devem ser protegidos. Ou seja, OS PROVEDORES DE INTERNET (EMPRESAS E GOVERNO) NÃO PODERÃO COLETAR SEUS DADOS DE FORMA PESSOAL. Pra quem acha que mesmo assim terão seus dados “fuçados”, uma coisa: Diversas empresas coletam seus dados de formas anônimas desde antes da internet. Empresas de cartões de crédito são profissionais em ter dados de consumo e etc.

3 – Armazenamento de dados
De acordo com o que está escrito na lei, o Executivo poderá obrigar as empresas que oferecem acesso à internet, bem como os principais sites à armazenar e gerenciar os dados aqui no Brasil. Isso vai servir para dar garantias jurídicas ao indivíduo caso ele tenha suas informações violadas (um dos principais casos, sem dúvida alguma, é o de fotos de pessoas nuas zanzando pra lá e pra cá). Estas empresas e sites serão consideradas de acordo com seu porte e também sua finalidade econômica (e sim, o Facebook é uma empresa e não um lugar de lazer somente). BLOGS E SITES DE PRODUÇÃO INDEPENDENTE NÃO SERÃO FECHADOS NEM MUITO MENOS VIGIADOS PELAS EMPRESAS E/OU GOVERNOS.

4 – Internet livre
As provedoras de internet NÃO PODERÃO OFERECER PLANOS DE ACESSOS QUE LIMITEM A UTILIZAÇÃO DA INTERNET, IMPEDINDO QUE USUÁRIOS ENTREM/UTILIZEM SOMENTE EM UM TIPO DE INFORMAÇÃO (SOMENTE E-MAIL, SOMENTE FACEBOOK, ETC). Esta é a chamada neutralidade de rede, tema que tem contrariado as empresas de telecomunicações. Oferecer pacotes com diferentes velocidades de acesso continua sendo uma prática permitida (e até certo ponto fomentada), mas as empresas (e o governo) NÃO PODERÃO IMPEDIR OS USUÁRIOS DE ACESSAREM O CONTEÚDO QUE SENTIREM SER MAIS IMPORTANTE/RELEVANTE.

5 – Fim do marketing dirigido
As empresas de acesso NÃO PODERÃO FUÇAR AS INFORMAÇÕES TROCADAS ENTRE USUÁRIOS. Há interesse em fazer isso com fins comerciais, como para publicidade, nos moldes do que Facebook e Google fazem para enviar anúncios aos seus usuários de acordo com as mensagens que trocam, MAS PARA QUE ISSO OCORRA, O USUÁRIO TERÁ DE ACEITAR FAZER PARTE DE TAL PROCEDIMENTO. Será proibido monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes, salvo em hipóteses previstas por lei.

6 – LIBERDADE DE EXPRESSÃO (O PONTO MAIS IMPORTANTE)
Provedores de conexão à web e aplicações na internet não serão responsabilizados pelo uso que os internautas fizerem da rede. Conteúdos publicados pelos usuários só serão retirados, obrigatoriamente, após ordem judicial. As entidades que oferecem conteúdo e aplicações serão responsabilizadas por danos gerados por terceiros apenas se não acatarem a ordem judicial.
PORTANTO, VOCÊ PASSA A SER RESPONSÁVEL (COMO JÁ É NO MUNDO “REAL”) PELAS OPINIÕES QUE TEM/REPASSA/COMPARTILHA E PODERÁ SER PUNIDO DE ACORDO COM A LEGISLAÇÃO CÍVEL E CRIMINAL. INJÚRIAS, CALÚNIAS E DIFAMAÇÕES FEITAS NO AMBIENTE ONLINE PASSAM A SER PROCESSADAS MAIS FORTEMENTE.

Caso alguém queira ler sobre a proposta, eis ela, na íntegra e sem rodeios. 

 

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=912989&filename=PL%40126%2F201

Estou aberto ao debate e confronto de ideias, desde que eles não sejam mal educados e reduzidos à uma questão partidária/política.

Isso é de interesse de todos.

5 inovações que mudarão o mundo

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Nos próximos anos, tecnologias capazes de aprender beneficiarão estudantes, pacientes, varejistas e cidadão

Em um futuro próximo, tudo será capaz de aprender, graças a uma nova era de sistemas cognitivos. Máquinas, que hoje só atendem ao nosso comando, irão raciocinar e interagir com os humanos de uma forma mais natural e personalizada.

Isso é o que mostra a oitava edição do IBM 5 in 5, uma lista com as cinco inovações que têm potencial de mudar o modo como as pessoas trabalham, vivem e interagem nos próximos cinco anos.

Abaixo, as cinco previsões que definirão o futuro:

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1) A sala de aula aprenderá sobre cada aluno: 

A escola do futuro vai fornecer aos educadores as ferramentas necessárias para aprender sobre todos os alunos de maneira individualizada, proporcionando-lhes um currículo adaptado desde o jardim de infância até o ensino médio, chegando até a fase de ingressar no mercado de trabalho. Nos próximos cinco anos, a sala de aula vai aprender sobre cada aluno, utilizando dados longitudinais, como os resultados dos testes, assiduidade e comportamento do aluno em plataformas de e-learning. Esse aprendizado também será desenvolvido no decorrer da sua educação escolar, ajudando os alunos a dominar as habilidades essenciais para atender seus objetivos.

2) Compras em lojas físicas voltarão a prevalecer:  

As vendas online superaram US$ 1 trilhão mundialmente pela primeira vez no ano passado, e estão crescendo mais rápido do que em lojas físicas. No entanto, em cinco anos, as compras em lojas físicas voltarão a se destacar. Varejistas experientes usarão o imediatismo do estabelecimento e a proximidade com os clientes para criar experiências que não podem ser replicadas por lojas online. Os lojistas poderão contar com tecnologias como a do Watson para equipar as equipes de vendas, tornando cada vendedor um especialista sobre cada produto na loja. Como os dispositivos móveis permitem que os usuários compartilhem diversos aspectos da sua vida, os varejistas poderão antecipar com incrível precisão os produtos que um cliente mais quer e precisa.

3) Médicos usarão o DNA para vencer o câncer: 

Em cinco anos, os avanços na análise de dados e grandes sistemas cognitivos, juntamente com avanços em pesquisas e testes de genomas, poderão ajudar os médicos a diagnosticar com precisão o câncer e criar planos de tratamento personalizados para milhões de pacientes em todo o mundo. Máquinas inteligentes levarão a saída do sequenciamento do genoma completo e vasculharão vastos repositórios de registros médicos e publicações para aprender e, rapidamente, fornecer conhecimentos específicos e acionáveis sobre as opções de tratamento para os oncologistas.

4) Um guardião digital irá protegê-lo online:

Em cinco anos, cada um de nós será protegido por nosso próprio guardião digital, que irá oferecer um novo patamar de proteção contra roubo de identidade. A segurança irá incorporar dados de contexto, situação e histórico para verificar a identidade de uma pessoa em dispositivos diferentes. Ao aprender sobre usuários, um guardião digital pode fazer inferências sobre o que é uma atividade normal e o que não, atuando como orientador quando isso for desejado.

5) As cidades serão inteligentes:

Computadores vão aprender a entender o que as pessoas precisam, o que gostam, o que fazem e como se movem de um lugar para outro. Os dispositivos móveis e o engajamento social permitirão aos cidadãos construir relacionamento direto com os líderes da cidade, para que suas vozes sejam ouvidas não só no dia da eleição, mas sempre. Em Uganda, a Unicef está colaborando com a IBM numa ferramenta de engajamento social que permite aos jovens se comunicar com o governo e líderes comunitários sobre questões que afetam suas vidas. Este tipo de ferramenta se tornará comum para ajudar líderes das cidades a identificar as principais preocupações ou assuntos urgentes e, imediatamente, tomar ação onde for necessário.